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Defesa Civil de Cuiabá mantém alerta de chuva para este sábado em Cuiabá

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Cuiabá

A Defesa Civil de Cuiabá mantém para este sábado (22) um alerta de possibilidade de chuva moderada, com previsão de até 30 milímetros por hora e ventos entre 40 e 60 km/h em várias regiões da capital. O aviso, válido até o meio-dia, integra o sistema de monitoramento contínuo do órgão e reforça a necessidade de atenção especialmente em áreas suscetíveis a alagamentos, queda de galhos de árvores e descargas elétricas.

Embora o alerta seja classificado como o de menor gravidade entre os níveis utilizados pelo órgão, o secretário-adjunto especial da Defesa Civil, coronel BM Alessandro Borges, destaca que qualquer mudança no clima exige cuidado. “Temos previsão de chuva de até 30 mm. É o menor alerta que temos. Mas sempre é bom ficar atentos, acompanhar em sua região e, qualquer coisa, ligar ao 193 ou 199”, orienta.

Monitoramento reforçado após semana de instabilidade

O aviso ocorre poucos dias após a capital enfrentar chuvas mais intensas. Na última segunda-feira (17), a previsão chegou a indicar precipitação de até 60 mm e rajadas de vento que poderiam alcançar 100 km/h. A cidade registrou pontos de alagamento e queda de árvores, além do desabamento da parede de uma residência no bairro Dom Aquino, caso atendido pela Defesa Civil.

Apesar dos transtornos momentâneos, os córregos permaneceram dentro dos níveis de segurança e não houve registro de ocorrências graves. À época, o coronel Borges ressaltou que o cenário requeria cautela e que as equipes estavam acompanhando a evolução das tempestades em tempo real. Esse monitoramento permanece ativo nesta semana, ainda que em condições menos severas.

Riscos associados e cuidados essenciais

Segundo a Defesa Civil, mesmo chuvas moderadas podem gerar riscos, como queda de galhos, instabilidade em estruturas frágeis, acúmulo de água em vias e diminuição da visibilidade no trânsito. Borges alerta que, muitas vezes, o perigo está em situações aparentemente simples. “A chuva fraca mistura com o óleo do asfalto e deixa a pista muito lisa. É quando mais ocorrem acidentes. Na chuva forte, o risco maior está na visibilidade. Por isso, é fundamental dirigir com prudência.”

A orientação geral é evitar áreas alagadas, buscar abrigo seguro durante rajadas de vento, manter distância de árvores e estruturas metálicas e interromper a condução do veículo caso a visibilidade fique comprometida. Moradores também devem checar telhados, calhas e árvores próximas às residências.

Contatos de emergência e sistema de alertas

Em caso de necessidade, a população pode acionar os canais oficiais:

193 – Corpo de Bombeiros
— 199 – Defesa Civil
WhatsApp da Defesa Civil de Cuiabá: (65) 99244-4018 (plantão 24h)

A Defesa Civil recomenda ainda que moradores mantenham o cadastro atualizado nos sistemas de alerta para receber notificações antecipadas sobre mudanças no clima.

Compromisso com a segurança

O coronel Borges reforça que o trabalho da Defesa Civil permanece voltado à prevenção e à pronta resposta, especialmente durante o período chuvoso. “A prevenção é sempre o melhor caminho. Não há motivo para pânico, mas sim para atenção e prudência. Seguiremos atentos até que o alerta seja encerrado. E pedimos à população que se mantenha informada e siga as orientações”, conclui.

Com equipes nas ruas, informações atualizadas e acompanhamento constante das condições climáticas, o órgão reafirma seu compromisso em proteger a população e minimizar riscos durante as chuvas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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