Cuiabá
Parada do Orgulho LGBTQIA+ ocorre com serviços de acolhimento, mobilidade e estrutura da Prefeitura de Cuiabá
Cuiabá
A programação da 23ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Mato Grosso contou com o apoio da Prefeitura de Cuiabá para garantir a realização das atividades e ampliar o atendimento ao público, nesse sábado (27).
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) coordena o planejamento viário e o ordenamento do trânsito; a Secretaria Municipal de Ordem Pública acompanha os licenciamentos e autorizações necessários para a realização do evento, assegurando o cumprimento das normas; e a Limpurb reforça os serviços de limpeza urbana antes, durante e após as atividades. As secretarias de Cultura e Comunicação também tiveram papel estratégico na ação.
Além da atuação integrada na organização do evento, a Prefeitura de Cuiabá disponibilizou, por meio da Van do projeto Cuiabá Acolhe Mulheres, atendimento gratuito, acolhimento e orientação às mulheres durante a programação.
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) coordenou o planejamento e ordenamento do trânsito; a Secretaria Municipal de Ordem Pública acompanhou os licenciamentos e autorizações para a realização do evento.
Além disso, estiveram no local a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), que reforçou os serviços de limpeza na Parada; e a Secretaria Municipal de Cultura.
A psicóloga Joice Schmidt Barros, que integra a equipe da Secretaria Municipal da Mulher e atuou na unidade móvel durante o evento, explicou que a presença da van tem caráter preventivo e de orientação, além de aproximar a população dos serviços públicos disponíveis.
“Além de divulgar o projeto Cuiabá Acolhe Mulheres, oferecemos orientações e realizamos encaminhamentos conforme a necessidade de cada atendimento. Também apresentamos outros serviços da Secretaria da Mulher voltados à proteção, autonomia e fortalecimento das mulheres”, disse.
Para quem participou pela primeira vez da Parada do Orgulho em Cuiabá, a iniciativa representa um espaço de convivência e representatividade. A estudante de arquitetura Amanda Garcia Bragas da Silva, natural de Juína e moradora da capital há três meses, destacou a importância de encontrar um ambiente de acolhimento.
“Venho do interior, onde esse tipo de movimento não é comum. Participar da Parada pela primeira vez e ver tantas pessoas reunidas me faz sentir representada e acolhida”, contou.
A atuação integrada da Prefeitura durante a programação busca assegurar a infraestrutura necessária para grandes eventos públicos, aliando organização, segurança, mobilidade e acesso aos serviços municipais.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
O senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo de Mato Grosso, rebateu a tese de que a Operação Heritage teria sido deflagrada por razões eleitorais e afirmou que as suspeitas envolvendo o acordo de R$ 308 milhões entre o Estado e a operadora Oi já eram discutidas antes do atual período eleitoral. Durante discurso no plenário do Senado, nesta quarta-feira (12), Wellington afirmou que as denúncias já haviam sido levadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado e que sua atuação no colegiado foi justamente no sentido de cobrar o encaminhamento das suspeitas aos órgãos de controle.
“E não venham dizer que isso é denúncia apenas eleitoreira, porque isso foi feito lá atrás, e nós nunca acusamos. Nós só pedimos as investigações”, afirmou.
Segundo o senador, o calendário eleitoral não pode ser utilizado como argumento para impedir ou retardar investigações de possíveis irregularidades.
“Como se alguém que roubasse durante a campanha não pudesse ser investigado. Isso é um absurdo”, declarou.
A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 6 de agosto, após autorização do Supremo Tribunal Federal, para investigar suspeitas relacionadas ao acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação apura a possível movimentação irregular dos recursos por meio de fundos e empresas e analisa possíveis crimes como peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.
Wellington também aproveitou o discurso para direcionar críticas ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), seu adversário na corrida pelo Palácio Paiaguás. O senador questionou a tentativa, segundo ele, de Pivetta se desvincular das decisões e resultados da gestão de Mauro Mendes, da qual foi vice-governador por mais de sete anos.
“O atual Governador, que foi por sete anos e pouco Vice-Governador, disse que não sabia, não acompanhou, sendo que, uma semana atrás, ele dizia que tudo o que aconteceu no Governo durante esses sete anos e pouco foi mérito dele também. Agora começam as denúncias e já quer se esquivar”, afirmou.
A declaração ocorre em meio ao impacto político provocado pela Heritage dentro do grupo que apoia a candidatura de Pivetta. Fábio Garcia deixou a disputa pela vice-governadoria após ser atingido pelas medidas determinadas na investigação e Gisela Simona foi anunciada para ocupar a vaga.
O senador afirmou que já havia tratado das relações envolvendo o Banco Master, empresas e pessoas ligadas ao acordo com a Oi durante a CPI do Crime Organizado. Segundo ele, a cobrança era para que eventuais suspeitas fossem formalmente investigadas.
“Fiz questão de alertar naquele momento que Mato Grosso precisa de resposta, que não poderia terminar apenas em discussão política, muito menos sem uma conclusão. Por isso, como líder do bloco Vanguarda, lá na CPI eu cobrava que a comissão enviasse aos órgãos de controle”, afirmou.
O senador também citou o depoimento do ex-governador Pedro Taques (PSB) à CPI, realizado em março, e disse ter alertado o ex-governador para que a comissão não fosse utilizada como palanque eleitoral.
“Disse a ele que esperava que ali não fosse transformado num palanque”, assinalou.
Wellington também defendeu que as investigações avancem para esclarecer eventuais prejuízos aos servidores públicos. No Mato Grosso, contratos relacionados a empréstimos consignados do Banco Master também são alvo de apuração.
“Teve servidores públicos que ficaram endividados e suicidaram. Não tem maldade maior que se possa fazer”, declarou.
Ao comentar a atuação da Polícia Federal, o senador afirmou que o trabalho realizado até agora é robusto, mas ressaltou que a responsabilidade final caberá à Justiça.
“Isso tudo está comprovado pela Polícia Federal e, claro, vai ter o julgamento final”, afirmou.
Wellington ainda rejeitou acusações de que adversários políticos teriam atuado para provocar a operação.
“Não dá pra querer dizer que tudo isso foi feito por influência política”, disse.
A Operação Heritage segue em andamento. Os investigados ainda terão direito à defesa e não há, até o momento, condenação judicial em relação aos crimes apurados.
-
Mato Grosso5 dias atrásZé Neto & Cristiano e Murilo Huff reúnem mais de 80 mil pessoas na Exposul 2026
-
Primavera do Leste6 dias atrásDia dos Pais: Procon de Primavera do Leste alerta sobre golpes, falsas promoções e compras por impulso
-
Polícia6 dias atrásSaiba quem é o empresário preso por desviar quase 200 toneladas de soja em MT
-
Mato Grosso5 dias atrásPresidentes de entidades visitam a 52ª Exposul e exaltam a organização do evento
-
Mato Grosso4 dias atrásCláudio impulsiona a maior Exposul de todos os tempos com público de 90 mil pessoas
-
Primavera do Leste4 dias atrásCobertura de placas de obras durante período eleitoral é prevista em lei; Prefeitura esclarece circulação de imagens nas redes sociais
-
Mato Grosso6 dias atrásCONQUISTA IMPORTANTE: Após derrubar veto, Dr. João garante lei que estadualiza estrada entre Cáceres, Lambari D’Oeste e Barra do Bugres
-
Entretenimento3 dias atrásDitado Produções supera expectativas e Exposul 2026 bate recorde histórico de público em Rondonópolis











