Cuiabá
Prefeitura realiza manutenção emergencial após temporal danificar telhas no Pronto-Socorro
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realizou uma ação emergencial de manutenção no Pronto-Socorro Municipal após a forte chuva registrada na tarde deste domingo (2). O temporal provocou danos na área antiga da unidade, mas não afetou o funcionamento do Centro Médico Infantil (CMI), nem o atendimento aos pacientes.
Durante a chuva, parte das telhas que estavam sendo substituídas pela empresa responsável pela manutenção do prédio foi deslocada pela força do vento, caindo no pátio da brinquedoteca, localizada na área da pediatria. Em uma das enfermarias do quarto andar, também houve infiltração de água, o que levou ao remanejamento temporário dos pacientes para outros espaços da unidade.
As equipes de manutenção e gestão hospitalar atuaram imediatamente para controlar a situação e iniciar os reparos necessários. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ações preventivas já haviam sido realizadas recentemente, incluindo a limpeza de grelhas e tubulações, com o objetivo de assegurar o escoamento adequado da água das chuvas.
A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou que o pronto atendimento e a segurança dos pacientes são prioridades absolutas.
“Assim que fomos informados, nossas equipes agiram de forma rápida e eficiente para conter os impactos e garantir que o atendimento não fosse interrompido. Felizmente, ninguém se feriu e todos os pacientes foram assistidos com segurança. Seguiremos monitorando a situação e reforçando as ações de manutenção para evitar novos transtornos”, afirmou Danielle.
O atendimento no Pronto-Socorro Municipal segue normalmente, sem qualquer prejuízo à assistência prestada à população.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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