Cuiabá
Professores de Cuiabá com bônus de R$ 10 mil apostam em incentivo e bom trabalho nas escolas
Cuiabá
Três professores da Escola Municipal Madre Marta Cerutti, localizada no bairro Bela Vista em Cuiabá, foram contemplados, individualmente, com R$ 10 mil, no programa de gratificação por desempenho aplicado pela Secretaria Municipal de Educação (SME). A instituição de ensino figura na lista das melhores no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Clique AQUI para saber mais.
No primeiro ano de gestão do prefeito Abilio Brunini, professores e técnicos foram contemplados com premiações financeiras, no final do ano, pelo alto desempenho em aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática nas salas de aulas. Os valores foram pagos junto com a folha salarial de janeiro correspondem a R$ 12 milhões. Clique AQUI e saiba mais.
Uma das profissionais premiadas, a professora Marta Maria Rocha afirma que jamais se sentiu tão valorizada trabalhando na educação de Cuiabá. Ela avalia, ainda, que a gratificação por desempenho estimula o bom trabalho diário de jovens profissionais.
“Nós nunca tivemos uma premiação como essa. De qualidade e valorização. Com essa valorização do pedagogo, outros profissionais que estão chegando terão um incentivo a mais para trabalhar e entregar melhores resultados às nossas crianças”, disse.
A professora Rosa Gonçalina, também premiada com R$ 10 mil, afirma que gosta de construir diariamente uma boa relação com servidores e alunos envolvidos no processo de aprendizagem. A avaliação dela, vínculos de afetos em um ambiente escolar é saudável mentalmente aos profissionais e mantém as crianças felizes e dispostas a aprender.
“É o que eu chamo de pedagogia da felicidade. Um ambiente onde todos crescem. O professor disposto a ensinar transmitindo também lições de vida. E, as crianças, aprendendo Língua Portuguesa e Matemática de maneira intensa, sem sentir-se sobrecarregada, porque enxerga no professor e nos servidores pessoas confiáveis para sanar dúvidas e apoiá-las”.
A professora Silvia Maria diz que é uma honra trabalhar na Escola Municipal Madre Marta Cerutti. “Recebi muito carinho, cada um com sua particularidade. Nossos alunos são especiais. Procuro trabalhar visando a formação de um ser humano melhor. Com pessoas dispostas a contribuir para o bem da humanidade”.
“Criamos uma dinâmica de sempre trabalhar Língua Portuguesa e Matemática, nas séries iniciais, com a devida eficiência para plena aprendizagem. Também mantemos diálogos permanentes com os pais dos alunos para auxiliá-los a ter o melhor caminho da educação”, explica o diretor Luiz Cezar Terra Sales.
Entenda
No total, são 10 mil servidores que receberam os bônus financeiros. Também foram premiados com R$ 1,5 mil cada professor do ensino fundamental, R$ 1,2 mil aos professores da educação infantil e R$ 800 aos profissionais de nível técnico, o que engloba merendeiros, servidores que atuam na limpeza das escolas e creches, entre outros.
“Foi muito gratificante ligar para esses profissionais e informar que todos serão premiados pela dedicação e melhora no desempenho da educação de Cuiabá. Parabéns aos professores e a todos os servidores da educação. Quem ganha são as nossas crianças!”, frisou o prefeito Abilio Brunini.
“É uma política de reconhecimento que desejos mantê-la nos próximos anos”, comenta o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi
O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.
A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.
Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.
“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.
Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.
“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.
O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.
“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.
Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.
A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.
Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.
A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.
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