Cuiabá

Vacina contra influenza segue disponível durante todo o ano nas unidades de saúde de Cuiabá

Publicado em

Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reforça que a vacina contra a influenza já integra o calendário de rotina do município e está permanentemente disponível para os grupos prioritários nas 72 Unidades de Saúde da Família (USFs), seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

Diferente de campanhas sazonais, a imunização desses públicos não começou agora. As doses já são ofertadas de forma contínua nas unidades de saúde, garantindo acesso regular à população que mais precisa de proteção.

Neste momento, a vacinação segue direcionada aos grupos prioritários:

ROTINA: crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes; idosos com 60 anos ou mais.

GRUPOS ESPECIAIS: puérperas (até 45 dias após o parto, mediante comprovação); povos indígenas (aldeados ou não, a partir de 6 meses de idade); quilombolas; pessoas em situação de rua; trabalhadores da saúde (serviços públicos e privados); professores do ensino básico e superior (público e privado); profissionais das forças de segurança e salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros (urbanos e de longo curso); trabalhadores portuários; trabalhadores dos Correios; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, como doenças respiratórias crônicas, doenças cardíacas crônicas, doenças renais crônicas, doenças hepáticas crônicas, doenças neurológicas crônicas, diabetes, obesidade grave (IMC ≥ 40), pessoas com trissomias, transplantados e pessoas com imunossupressão.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que é essencial que todos os integrantes desses grupos procurem a unidade de saúde mais próxima para garantir a vacinação, contribuindo para a prevenção de casos graves.

A influenza é uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório e apresenta alta transmissibilidade. Conhecida como gripe, pode causar sintomas como febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e cansaço. Em casos mais graves, especialmente entre os grupos de risco, pode evoluir para complicações e internações.
A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção, reduzindo significativamente o risco de agravamentos e óbitos.

A Prefeitura de Cuiabá informa que o Dia D de mobilização da Campanha de Vacinação contra a Influenza será realizado no dia 25 de abril, em alinhamento com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

A ação integra a estratégia de ampliação da cobertura vacinal e deverá alcançar outros públicos, conforme orientação das autoridades de saúde. No Dia D, todas as USFs funcionarão das 8h às 17h, sem interrupção para o almoço. Pacientes que chegarem até as 16h30 terão a vacinação garantida.

A SMS reforça que os grupos prioritários não precisam aguardar a data: a vacina já está disponível de forma contínua nas unidades de saúde.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

Publicados

em

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA