Várzea Grande
Adesão ao Refis 2025 pode ser feita pelo WhatsApp
Várzea Grande
Além do (65) 98459 – 8124, do site, há a opção de atendimento no Paço Municipal, no Centro de Atendimento ao Cliente (CAC) e no posto avançado da Subprefeitura do Cristo Rei
A Prefeitura de Várzea Grande continua executando o programa de Regularização Fiscal do Município (Refis 2025). O atendimento pode ser feito pelo WhatsApp pelo número (65) 98459 – 8124. Para mais informações, acesse o site da Prefeitura: https://www.varzeagrande.mt.gov.br/parcelamentos .
Os atendimentos também são feitos no Paço Municipal, de segunda à sexta-feira das 8h às 17h, no Centro de Atendimento ao Cliente (CAC), no posto avançado da Subprefeitura do Cristo Rei ou ainda na Procuradoria Municipal, caso haja execução pela justiça.
O secretário de Gestão Fazendária, Marcos José da Silva, lembrou que o Refis vale para débitos de IPTU, Alvará e ISSQN. “Com certeza, toda essa receita voltará ao cidadão por meio de obras e melhorias em outros serviços disponibilizados pela prefeitura de Várzea Grande”, afirmou Marcos.
CREDIBILIDADE – O secretário destacou a performance do Refis 2025, que já supera as versões anteriores desse modelo de renegociação de débitos tributários. “Mais de R$ 52 milhões estão pactuados de janeiro a agosto. Esses números são reflexos da credibilidade da nova gestão que quer mudar a realidade do nosso Município. Além da aplicação correta dos recursos também temos feito um grande trabalho de conscientização dos munícipes e empresários, mostrando a importância de estar em dia com o Fisco Municipal”.
Entre 1º janeiro a 7 agosto, o Refis soma mais de 27.840 acordos, sendo negociado R$ 52.315.541,67 (cinquenta e dois milhões, trezentos e quinze mil, quinhentos e quarenta e um reais e sessenta e sete centavos). Desse total ajustado, R$ 23.203.988,88 (vinte e três milhões, duzentos e três mil, novecentos e oitenta e oito reais e oitenta e oito centavos), já entraram em caixa, seja por meio de acertos pagos à vista ou de parcelas.
Várzea Grande
Mauro Carvalho deixa Casa Civil em meio à crise no governo
O governo de Otaviano Pivetta (Republicanos) terá uma mudança no comando da Casa Civil. Mauro Carvalho deixa o cargo nesta terça-feira (11), em meio a um cenário de forte movimentação política em Mato Grosso e poucos dias após a deflagração da Operação Heritage, da Polícia Federal.
A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi. Carvalho aparece entre os investigados, mas nega qualquer envolvimento nas tratativas e afirma que não recebeu benefícios relacionados à negociação.
O ex-secretário também sustenta que não ocupava cargo público no período em que o acordo foi conduzido. Ainda assim, sua permanência à frente da Casa Civil, uma das principais estruturas de articulação política do Executivo, passou a ser considerada delicada diante do momento vivido pelo governo.
A saída acontece ainda em meio às articulações para as eleições de 2026, que já provocam mudanças e rearranjos no cenário político estadual.
Pagot e Sachetti entram no radar
Com a saída de Carvalho, dois nomes passaram a ser considerados para assumir a Casa Civil: Antônio Pagot e Adilton Sachetti.
Ambos possuem experiência na administração pública e trânsito político em Mato Grosso. Pagot ocupou secretarias durante o governo de Blairo Maggi, enquanto Sachetti também exerceu funções de destaque no Executivo estadual e mantém proximidade com o grupo político de Pivetta.
A eventual escolha de um dos dois terá impacto também na articulação política do governo. O novo secretário deverá atuar na interlocução com deputados estaduais, partidos e demais lideranças políticas em um período marcado pela intensificação das negociações eleitorais.
Troca ocorre em momento de pressão
A Casa Civil exerce papel estratégico na relação do governo com a Assembleia Legislativa e com diferentes forças políticas do Estado. Por isso, a substituição de Carvalho ocorre em um momento que exige de Pivetta a reorganização de sua equipe e o gerenciamento das repercussões políticas da Operação Heritage.
A mudança também acontece na reta decisiva das articulações para 2026, quando o governador busca consolidar seu projeto de reeleição e ampliar sua base política.
A definição do novo chefe da Casa Civil deverá ser acompanhada de perto pelo meio político e poderá indicar como Pivetta pretende reorganizar a articulação do governo diante do novo cenário.
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