Várzea Grande

DAE inicia padronização de ligações de água no Bairro Souza Lima a partir de segunda-feira

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O Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande iniciará, na próxima segunda-feira (10), um amplo trabalho de padronização das ligações de água no Bairro Souza Lima. A ação contempla cerca de 133 residências e tem como objetivo melhorar a distribuição, reduzir perdas e garantir água de qualidade para todas as famílias da região.

O serviço inclui a instalação de cavaletes e hidrômetros, além da correção de vazamentos e adequação das redes domiciliares. A equipe responsável será composta por profissionais da Cooperativa Conser, que estarão devidamente uniformizados, identificados e portando as ordens de serviço.

De acordo com o DAE, a iniciativa faz parte do compromisso da autarquia em modernizar o sistema de abastecimento e oferecer atendimento mais eficiente à população. Durante os trabalhos, os moradores também serão orientados a regularizar seus cadastros, negociar eventuais débitos e solicitar serviços pendentes.

“Estamos realizando essa padronização para melhorar o nosso sistema de distribuição e garantir que todos os moradores do Souza Lima recebam água com qualidade e regularidade. Contamos com a colaboração da comunidade para facilitar o acesso às residências e agilizar o serviço”, destacou Zilmar Dias, Presidente do DAE.

Os moradores devem permitir a entrada dos colaboradores autorizados para que seja possível identificar os ramais das ligações e realizar os ajustes necessários de forma rápida e segura.

O DAE reforça que o Bairro Souza Lima está recebendo a atenção que merece, em um esforço contínuo para garantir abastecimento eficiente, reduzir desperdícios e valorizar cada família atendida.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Janaina diz que Várzea Grande “não é extensão de Cuiabá” e cobra serviços públicos de qualidade

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A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) defendeu mais investimentos e estrutura própria de serviços públicos para Várzea Grande e afirmou que o município não pode ser tratado como uma extensão de Cuiabá. A declaração ocorreu durante agenda política nos bairros Mapim e Chapéu do Sol, na segunda-feira (1º).

Para Janaina, a população várzea-grandense precisa ter acesso aos mesmos padrões de atendimento encontrados na Capital, especialmente em áreas consideradas essenciais.

“Várzea Grande não pode ser auxiliar de Cuiabá, porque não é extensão de Cuiabá. Os serviços ofertados em Cuiabá têm que ser ofertados na mesma qualidade aqui, porque aqui é a segunda maior cidade do estado e nós vamos lutar por isso”, afirmou.

A saúde foi apontada pela candidata como um dos principais problemas enfrentados atualmente pela população. Janaina também criticou a falta de creches e de escolas em período integral e afirmou que existe uma contradição entre a riqueza produzida por Mato Grosso e a desigualdade vivida por parte da população.

“Não é justo tantos ganhando tanto, usufruindo das benesses do poder e não ter creche pros nossos filhos, não ter escola em período integral… Ter uma saúde como é a saúde de Várzea Grande, uma das piores do estado de Mato Grosso”, disse.

Outro ponto levantado durante a agenda foi a falta de água na Baixada Cuiabana. Janaina defendeu a ampliação da utilização de poços artesianos e melhorias na distribuição, além de destacar o déficit habitacional de Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo ela, a região também enfrenta dificuldades diante da ausência de programas habitacionais capazes de atender famílias que vivem em situação de vulnerabilidade, enquanto os preços dos aluguéis pressionam ainda mais o orçamento da população.

Segurança e proteção às mulheres

Na área da segurança pública, Janaina lembrou ações que, segundo ela, foram articuladas durante sua passagem pela Assembleia Legislativa, como a implantação da Delegacia da Mulher 24 horas e a chegada do Instituto Médico Legal (IML) a Várzea Grande.

A candidata afirmou que ainda existem dificuldades no atendimento a vítimas de violência, especialmente crianças, e criticou a necessidade de deslocamento de profissionais para a realização de perícias.

“Até hoje, uma criança violentada aqui em Várzea Grande, às vezes tem que esperar 12 horas para vir um perito para Várzea Grande para poder fazer um laudo com uma criança violentada. É uma vergonha”, declarou.

 

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