Várzea Grande
Mutirão da Prefeitura intensifica limpeza e manutenção em Várzea Grande
Várzea Grande
Equipes atuam ao longo de todo o dia com o objetivo de reforçar a manutenção da cidade
A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta quarta-feira (25), mais uma etapa do programa VG em Ação, promovendo uma força-tarefa voltada à execução de serviços urbanos essenciais em diversas regiões do Município.
Coordenadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, as equipes atuam ao longo de todo o dia com o objetivo de reforçar a manutenção da cidade, priorizando a limpeza, a organização dos espaços públicos e a melhoria da infraestrutura.
Entre os serviços executados estão capinação e roçagem, retirada de resíduos e entulhos, poda de árvores e limpeza geral. Também são realizados reparos na iluminação pública, recuperação da sinalização viária e implantação de redutores de velocidade, contribuindo para mais segurança no trânsito e nas vias urbanas.
A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a manutenção contínua dos bairros e a melhoria da qualidade de vida da população.
Locais atendidos:
Orla Alameda
Avenida Ary Paes Barreto
Avenida Brasil
Avenida Prefeito Murilo Domingos
Bairro 8 de Março
Bairro Jardim dos Estados
Bairro Jardim Imperador
Bairro Novo Horizonte
Bairro Planalto Ipiranga
Bairro Santa Clara
Bairro Souza Lima
Campo do Japonês
Distrito de Passagem da Conceição
Distrito de Praia Grande
Grande Cristo Rei
Parque Tanque do Fancho
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Várzea Grande
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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