Várzea Grande

Prefeitura instala novos abrigos de ônibus para maior conforto aos passageiros

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Até o fim do ano, 50 pontos serão reformados e entregues à população. Os novos abrigos contam com cobertura metálica, laterais fechadas e bancos

Os moradores que utilizam o transporte coletivo em Várzea Grande já começam a perceber as melhorias nas paradas de ônibus em diferentes regiões da cidade. Nesta semana, a Prefeitura iniciou a instalação de mais 13 novos abrigos, somando-se aos 10 já entregues nos primeiros 100 dias de gestão. A previsão é finalizar o ano com 50 abrigos novos e revitalizados, por meio do programa de desenvolvimento coordenado pela Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana.

Os novos abrigos contam com cobertura metálica, laterais fechadas e bancos, garantindo mais conforto e segurança aos usuários enquanto aguardam o ônibus. Nesta primeira fase, serão instalados 22 novos pontos.

Como frisa a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), existe um grande plano de mobilidade urbana para ser implementado na cidade, mas os abrigos sãi essenciais à população, pois traz proteção do sol e da chuva. Tudo que é voltado para o bem-estar do várzea-grandense se torna pauta prioritária nesta gestão. A Prefeitura segue investindo em melhorias para garantir uma cidade mais organizada e humanizada para todos”.

De acordo com a Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, o objetivo é melhorar a infraestrutura do sistema municipal de transporte coletivo e oferecer mais dignidade aos passageiros que utilizam diariamente o serviço, como o que já vem ocorrendo nos bairros, São Simão, Paiaguás, Jardim Eldorado, Residencial Novo Mundo, Jacarandá, Maringá II, Avenida da FEB e Filinto Muller, entre outros.

A gestão municipal reforça a importância dos abrigos para a qualidade de vida da população: “Estamos trabalhando conforme orientação da prefeita Flávia Moretti (PL), que é oferecer mais conforto e proteção aos moradores que dependem do transporte coletivo. Os novos abrigos são um compromisso dessa gestão com a mobilidade urbana e com o respeito à população de Várzea Grande”, destacou o secretário da pasta, Lucas Ribeiro Ductievicz.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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ALMT instala CST para fortalecer cadeia produtiva do baru

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) instalou, na manhã desta quinta-feira (29), a Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, que terá 45 dias em 2026 para discutir propostas de políticas públicas permanentes voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do fruto no estado.

O presidente da Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, Jilson São Francisco da Silva, afirmou que a instalação dos trabalhos na Assembleia Legislativa para discutir os pontos fundamentais para o fortalecimento da cadeia produtiva do baru e seu potencial como atividade econômica para o estado de Mato Grosso.

Segundo ele, a CST terá um prazo inicial de aproximadamente 45 dias para desenvolver as atividades e elaborar uma versão preliminar das propostas, com previsão de apresentação entre os dias 10 e 15 de dezembro. A intenção é solicitar a renovação da CST a partir de fevereiro, na 21ª Legislatura, garantindo mais 180 dias para aprofundar os estudos e concluir os trabalhos com qualidade e competência.

Jilson da Silva explicou que o objetivo da Câmara é apresentar sugestões ao Poder Executivo estadual, às secretarias e aos órgãos responsáveis pelos programas oficiais e pelas políticas públicas de desenvolvimento econômico. “As propostas deverão contribuir para o aprimoramento das iniciativas existentes e para a criação de medidas que estimulem a cadeia produtiva do baru em Mato Grosso”, disse.

O secretário da CST, Ricardo Pavan, afirmou que uma máquina de tecnologia espanhola está sendo adquirida para viabilizar a primeira indústria de processamento de baru no Brasil. “Ela está em fase de validação em Mato Grosso, sendo utilizada em testes durante a safra mais recente. O equipamento é usado para quebrar o fruto do baru e extrair sua amêndoa. A aposta é superar um dos principais gargalos da cadeia produtiva da espécie nativa do cerrado: a industrialização”, disse Pavan.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Pavan explicou que a tecnologia foi inicialmente testada na Europa e agora está sendo avaliada com o estoque de frutos reunido a partir da última safra. O equipamento é destinado à quebra do fruto para a retirada da semente, etapa fundamental para ampliar a capacidade de processamento e agregar valor à produção.

Segundo ele, além da amêndoa, utilizada na alimentação humana, o baru possui outras partes com potencial de aproveitamento industrial. “A polpa, por exemplo, pode ser transformada em ingrediente para a indústria alimentícia e também utilizada na fabricação de ração animal. Esse material apresenta fibras, carboidratos, proteínas e propriedades prebióticas, características que despertam o interesse do setor de alimentos”, explicou Pavan.

Ele afirmou que cada árvore do baru produza cerca de 150 quilos de frutos por safra, embora alguns exemplares possam alcançar de 400 a 500 quilos. “O aproveitamento desse potencial, entretanto, depende de soluções tecnológicas que permitam processar os frutos em escala comercial”, disse Ricardo Pavan.

A CST durante os trabalhos vai debruçar em seis eixos como, por exemplo, produção e base na coleta, plantio e organização dos extrativistas. Para isso vão firmar parcerias com a Embrapa, SENAR, UFMT, SEAF. O foco é de assistência técnica, cooperativas e mapa da cadeia em MT: municípios, comunidades, cooperativas e áreas de ocorrência.

Os outros eixos que a CST vai trabalhar é de ciência e nutrição em pesquisa sobre semente, polpa e endocarpo. A indústria e tecnologia para a quebra do fruto, processamento, padronização e logística. E a outra do mercado e promoção voltada à exportação, mercado nacional, merenda escolar e selo de origem de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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