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Secretária de Saúde elogia posicionamento do Estado sobre novo hospital regional

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A secretária municipal de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, avaliou de forma positiva a manifestação do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, em entrevista ao site MídiaNews, sobre o apoio do governo estadual para a construção de um novo hospital regional no Município.

Para a secretária a declaração do gestor estadual reforça um pleito que já vem sendo apresentado pela prefeita Flávia Moretti, desde o início da atual gestão. “Desde o início do mandato temos pleiteado junto ao governador Mauro Mendes, ao vice-governador Otaviano Pivetta e ao secretário Gilberto Figueiredo a construção de um novo hospital para Várzea Grande. O hospital atual, mesmo com reformas, não permite a ampliação do número de leitos, que hoje é a nossa maior dificuldade”, destacou.

Deisi ressaltou que Várzea Grande, com quase 300 mil habitantes e sendo um dos principais polos da Baixada Cuiabana, precisa de uma estrutura hospitalar compatível com sua realidade.

“O Município precisa de um hospital com capacidade para atender a nossa população e também a região do Vale do Rio Cuiabá, sendo uma nova unidade completa e moderna para o suporte que o Consórcio Intermunicipal de Saúde demanda. Para isso, precisamos ampliar significativamente o número de leitos”, afirmou.

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Em entrevista ao MídiaNews, Gilberto Figueiredo classificou como “deprimente” a estrutura atual do Pronto-Socorro de Várzea Grande, que possui 37 anos de funcionamento e confirmou que o doverno do Estado já sinalizou apoio ao projeto de um novo hospital, que está sendo desenvolvido em parceria.

Segundo ele, já há uma área pré-definida e projeto em andamento, o que permitirá avançar na definição do investimento necessário para a obra.

AVANÇO NA SAÚDE – A secretária municipal de Saúde reforçou que o Município já está estruturando uma nova rede de atendimento hospitalar e de urgência.

“Ainda neste ano vamos iniciar a construção da nova maternidade e, e mais breve possível, a construção do novo Pronto-Socorro. Isso faz parte de um conjunto de investimentos que vai preparar Várzea Grande para receber o novo hospital e melhorar, de forma definitiva, o atendimento à nossa população”, concluiu Deisi.

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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