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Dom da Paz: Galo Gigante, no Recife, homenageia Dom Helder Câmara

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A Ponte Duarte Coelho, no centro da cidade do Recife, foi palco, nesta quarta-feira (11), de um dos momentos mais aguardados do Carnaval de 2026: a subida do Galo Gigante, que neste ano presta homenagem a Dom Helder Câmara, o “Dom da Paz”.

Em um cortejo nunca antes visto, o “coração” simbólico do arcebispo Dom Helder foi “transplantado” para uma estrutura gigante de 30 metros. O coração foi feito com resíduos de papel e iluminado por luzes de LED que deram efeito de pulsação, simbolizando fé, esperança e humanidade. 

Dom Helder, que vivia na Igreja das Fronteiras e sempre abençoou os blocos que passavam por sua porta, dizia que o Carnaval é um ato de comunhão. 

A cerimônia representa o início da contagem regressiva para o maior ‘Carnaval do Mundo’, como dizem os pernambucanos.

Todo ano milhares de pessoas se encontram para acompanhar o erguer do galináceo ‘mais famoso em linha reta da América Latina’, fazendo do Centro do Recife um cenário de celebração, memória e identidade cultural.

A programação é de tirar o fôlego e reúne música, dança e manifestações populares, em uma das maiores festas do Estado.

Após ser erguido, o Galo reina absoluto sobre a Ponte Duarte Coelho até o domingo posterior ao Carnaval, dia 22 de fevereiro.


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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