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SP: Mostra Jaraguá Kunhangue Ouga’a está em cartaz no Museu do Futebol

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A história das jogadoras do Jaraguá, time indígena da etnia Guarani Mbya, está em destaque no Museu do Futebol, na capital paulista. A mostra celebra o futebol das mulheres da Terra Indígena Jaraguá, localizada na região noroeste da cidade de São Paulo.

Uma homenagem à luta, à alegria e à resistência das mulheres Guarani. Esse é o mote da exposição Jaraguá Kunhangue Ouga’a, que em guarani significa O jogo das mulheres do Jaraguá. A co-curadora da exposição, Maíra Valente conta que as fotos, os objetos e os relatos revelam o papel transformador do futebol na cultura e resistência dessas mulheres.

Quem visitar a mostra vai descobrir que a prática do futebol feminino na aldeia é importante para manter o modo de vida indígena no meio urbano paulistano. Vídeos documentam o bate bola e o cotidiano do grupo. As fotografias foram produzidas pelas próprias jogadoras guaranis.

A exposição entrelaça também elementos sobre a espiritualidade e práticas culturais das guaranis.

A luta pela demarcação do território como terra indígena também é abordada na exposição.

Toda a mostra é bilíngue, com textos, legendas em português e guarani, língua falada ativamente no território indígena do Jaraguá.

O jogo das mulheres do Jaraguá fica em cartaz no Museu do Futebol até 31 de agosto. A entrada é gratuita sempre às terças-feiras.


Fonte: EBC Cultura

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Trilha sonora do Dia das Mães embala afetos, lembranças e amores

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Feche os olhos por um instante. Tente resgatar uma lembrança da infância… o colo da mãe, a voz que tranquilizava o choro ou a mão que se despedia lá na porta de casa.

Para alguns de nós, todas essas memórias não vêm em silêncio; elas têm uma trilha sonora.

A figura materna é, quase sempre, o primeiro porto seguro. E na música brasileira, ela é uma grande fonte de inspiração.

Isso não é apenas uma impressão. Um levantamento do Ecad, o escritório de direitos autoriais, registra hoje mais de 10 mil obras com a palavra “mãe” no título.

Às vezes, a homenagem vem na forma de uma tradicional prece doce e infantil, que recorda a infância, como cantarolou o analista financeiro, Fabio Martins.

O Fabio explicou por que a música “Mãezinha do Céu”, ficou na memória afetiva dele.

“Eu estudei em colégio de freira e essa música sempre cantava. E eu me lembrava da minha mãe, que já faleceu”.

O estudo do Ecad aponta que a palavra “mamãe” aparece em 2.150 títulos, enquanto o diminutivo carinhoso “mãezinha” batiza outras 373 canções.

Na memória afetiva da professora de música Leila Borges, esse é o nome mais belo que existe, quando ela canta “Mãe”, de Zilanda Valentin.

A música pode ainda traduzir uma separação e um nó na garganta de quem segue o próprio caminho e leva o conselho materno no coração.

É o que vem à memória quando o analista em Tecnologia da Informação, Sergio Fonseca, canta “No Dia em Que Eu Saí de Casa”, de Joel Marques e Vicente Castillo.

O Sérgio falou sobre a lembrança da vida que essa música traz.

“Essa música me lembra quando eu vim pra Brasília, em 1975. Depois fui trabalhar no Rio de Janeiro e deixei minha mãe aqui. Essa música me lembra essa parte. É uma música muito emotiva pra mim”.  

Na lista do Ecad, o clássico “Mamãe eu Quero”, de Jararaca e Vicente Paiva, lidera o ranking de reproduções públicas nos últimos cinco anos.

A música foi composta em 1937, gravada pelos autores no mesmo ano e, depois, ganhou a voz da Pequena Notável, Carmen Miranda, em 1939.

A rainha do rock brasileiro, Rita Lee, aparece em sexto lugar nas mais reproduzidas, com a música “Mamãe Natureza”, de 1974.

Para conferir o levantamento do Ecad, basta acessar a página ecad.org.br/noticias.

O Repórter Nacional deseja a todas as mães, de todas as melodias e famílias, um Feliz Dia das Mães!

 


Fonte: EBC Cultura

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