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16 vereadores de Cuiabá reforçam apoio à reeleição de Pivetta

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O governador e candidato a reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), recebeu, na sexta-feira (4), o apoio de 16 vereadores de Cuiabá à sua candidatura à reeleição. Durante encontro com os parlamentares, representantes de diferentes grupos políticos destacaram a capacidade de realização do governador e a atenção dada às pessoas que mais precisam.

Entre os vereadores que participaram da reunião estão Dilemário Alencar, Maysa Leão, Adevair Cabral, Maria Avalone, Daniel Monteiro, Michelly Alencar, Ilde Taques, Dídimo Vovô, Demilson Nogueira, Baixinha Giraldelli, Dra. Mara, Alex Rodrigues, Eduardo Magalhães, Katiuscia Mantelli, sargento Joelson e Tenente-Coronel Dias.

A vereadora Maysa Leão afirmou que apoia Pivetta pela capacidade de transformar compromissos em ações e pelo olhar voltado à população em situação de maior vulnerabilidade.

“Eu estou com o Pivetta porque o Pivetta é do fazimento. Ele realiza tudo aquilo que se compromete. Ele tem um desejo de melhorar a vida das pessoas, principalmente daquelas que mais precisam. Então ele olha para os que não têm vez e não têm voz. Essa é a minha bandeira, é nisso que eu acredito e eu tenho certeza que vai ser um governo que vai olhar cada pessoa, cada CPF, cada mãe, cada família e cuidar. Eu confio 100% nele”, afirmou.

Já a vereadora Baixinha Giraldelli destacou a honestidade do governador e afirmou acreditar na disposição dele para fazer a diferença na vida da população mais humilde.

“Ele tem o coração bom, ele é honesto. E eu sinto que ele quer ajudar as pessoas mais humildes, realmente. Quem conhece, sabe que ele é um bom homem e quer fazer a diferença”, declarou.

A reunião reforçou a presença de Pivetta na Capital e a construção de uma base política formada por vereadores que atuam diretamente junto às comunidades de Cuiabá.

Para os parlamentares, a continuidade da gestão representa a possibilidade de ampliar ações e políticas públicas voltadas à população, especialmente nas áreas que impactam diretamente a vida das famílias.

“Eu acredito muito no trabalho que o Pivetta já entregou para Mato Grosso. Acredito que ele tem essa sensibilidade de olhar para as pessoas, de cuidar das pessoas. É nisso que eu acredito e é por isso que estou com ele”, finalizou a vereadora Maria Avalone.

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Pivetta comenta afastamento de diretor da PF: “Precisamos que as instituições funcionem no Brasil”

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Ao comentar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), concordou com a decisão e afirmou que é necessário que as instituições brasileiras cumpram suas respectivas funções. Andrei foi afastado na manhã desta terça-feira (8), por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, após suspeitas de que a PF estaria produzindo e compartilhando relatórios de inteligência ilegais para monitorar ministros do próprio STF e outras autoridades.

“Se o Supremo decidiu, o Supremo tem poderes pra isso e o que nós precisamos no Brasil é que as instituições funcionem. O Supremo faça a sua parte, o Judiciário faça a sua parte, o Executivo faça a sua, o Legislativo faça a sua, cada um cumprindo a sua função. Vai ser muito bom pro Brasil se as instituições funcionarem todos os dias, corrigindo o que tem que corrigir, melhorando o que tem que melhorar. Nós somos favoráveis a que isso aconteça”, disse o governador à imprensa.

Na decisão de afastamento do diretor-geral da PF, André Mendonça afirmou ter sido alvo de “monitoramento sistemático e ilegal” por parte da corporação durante mais de 30 dias.

A medida ocorre em meio aos desdobramentos das investigações relacionadas ao caso do extinto Banco Master. O nome de Andrei Rodrigues apareceu em mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, que está preso desde março deste ano.

 

Na mesma decisão, Mendonça também determinou o afastamento do delegado federal Leandro Almada da Costa, diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal

O relator justificou que o afastamento preventivo do diretor-geral seria necessário para impedir que as atividades policiais “continuem sendo vilipendiadas”.

A decisão de Mendonça foi submetida ao referendo da Segunda Turma do STF, que formou maioria para manter a medida.

Os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam seus entendimentos e acompanharam integralmente a decisão do relator. Antes da formação da maioria, Gilmar Mendes havia pedido vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.

Com o pedido de vista de Gilmar, o julgamento foi suspenso. No entanto, o afastamento imediato de Andrei Rodrigues continua em vigor. O ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar da votação.

A Segunda Turma do STF é composta por cinco ministros, ou seja, três votos favoráveis são suficientes para formar a maioria necessária para manter Andrei Rodrigues afastado da PF.

Crise no STF

Na última semana, o ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master, retirou o sigilo do relatório da PF e revelou diálogos entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, expondo ligações e conversas, inclusive às vésperas da prisão do banqueiro, que chegou a pedir orientações ao ministro sobre sair do país dois dias antes de ser preso.

O nome de Andrei Rodrigues também apareceu em meio às mensagens.

Após a retirada do sigilo, Alexandre de Moraes passou a acusar André Mendonça de improbidade administrativa e abuso de autoridade.

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