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Indea envia 24 toneladas de agrotóxicos falsificados para destruição

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O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) enviou para destruição, através de incineração, 24 toneladas de agrotóxicos falsificados ou contrabandeados, acumulados ao longo de apreensões realizadas nos últimos anos, em sete municípios, em ações em conjunto entre os órgãos, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O carregamento de dois caminhões lotados com a carga irregular foi finalizado nesta semana, em Primavera do Leste, onde foram concentrados os trabalhos de coleta, preparação e transporte, com destino a uma empresa em Goiás. Lá, toda a carga será incinerada em fornos com temperatura superior a 1.000 °C.

O servidor do Indea em Primavera do Leste, Daniel de Oliveira Souza, explica que, todo o processo de envio das 24 toneladas de agrotóxicos irregulares obedeceu às rígidas leis e normas específicas que visam proteger a saúde humana e o meio ambiente. “O transporte dessa carga incluiu o acondicionamento em sacos plásticos, a transferência para tambores metálicos lacrados e finalizando com selagem das tampas utilizando lacres de aço”, narra Daniel de Oliveira.


O coordenador de Defesa Sanitária Vegetal, Edson Ramos, ressalta os sérios riscos para quem transporta, adquire ou faz uso de defensivos agrícolas contrabandeados. “Todo esse material enviado para ser destruído não tem garantia de segurança ao trabalhador, podendo causar intoxicações, são produtos com alto risco à saúde humana e ao meio ambiente, e sem qualquer comprovação de qualidade e eficiência”, acrescenta Edson Ramos.

Apreensões

Em 2024 o Indea, responsável por fiscalizar e controlar o uso de agrotóxicos em Mato Grosso, incluindo a verificação da origem e qualidade dos produtos comercializados, realizou no total 338 apreensões de agrotóxicos em situação irregular. Neste ano, até esta quinta-feira (10.7), esse número está em 132 apreensões.

Em cada apreensão, uma empresa, devidamente registrada e autorizada pelo Indea, é definida para ser fiel depositária, ou seja, para guarda da carga irregular, até que seja feita a destruição adequada.

Fonte: Governo MT – MT

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A pedido de Gilberto Mello, Max solicita implantação de Centro médico legal para Chapada e região

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Uma demanda apresentada por Gilberto Mello (PL), de Chapada dos Guimarães, está entre as reivindicações que motivaram o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), a apresentar uma indicação ao Governo do Estado para a implantação de um Centro Regional de Atendimento Médico-Legal. A proposta foi apresentada durante a sessão plenária de quarta-feira (28).

Além de Chapada dos Guimarães, a unidade deverá atender Campo Verde, Nova Brasilândia, Planalto da Serra e Dom Aquino. A iniciativa busca solucionar dificuldades enfrentadas pela população, principalmente a demora na remoção de corpos e na realização de exames periciais.

A solicitação também contou com a participação do vereador Eutímio de Campos (PSB), de Campo Verde, que, assim como Gilberto Mello, levou ao parlamentar as dificuldades enfrentadas pelos municípios.

A proposta prevê uma estrutura regional equipada para agilizar os procedimentos médico-legais, reduzir o tempo de espera e oferecer um atendimento mais digno às famílias que enfrentam a perda de parentes.

“Estamos atendendo a uma cobrança das nossas lideranças locais para que o Governo do Estado implante esse centro regional. Hoje, quando ocorre um óbito nesses municípios, muitas vezes há demora no atendimento. É uma necessidade da região, e o Estado tem condições de oferecer essa estrutura”, destacou Max Russi.

A indicação será encaminhada ao Governo de Mato Grosso, responsável por avaliar a viabilidade da implantação da unidade. A medida ainda não representa a confirmação da instalação do centro.

 

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