Mato Grosso

Mauro volta a defender parque e rebate críticos: “Só não pode vir aqui quem leva filhos à Disney”

Publicado em

Mato Grosso

O candidato ao Senado Mauro Mendes comparou o Parque Novo Mato Grosso com o Parque das Águas, em Cuiabá, ao rebater críticas ao novo complexo de lazer e eventos. Os dois projetos foram concebidos durante períodos em que ele esteve à frente do poder público e enfrentaram questionamentos sobre os investimentos e a finalidade das estruturas.

“Grandes projetos não podem ser avaliados apenas pelas críticas do momento. É preciso olhar para o futuro e enxergar o que aquilo vai representar quando estiver pronto e fazendo parte da vida das pessoas. Foi assim com o Parque das Águas e é assim que eu vejo o Parque Novo Mato Grosso. O tempo vai mostrar a importância desses investimentos para a nossa população”, declarou.

Quando foi prefeito de Cuiabá, Mauro apresentou o projeto do Parque das Águas, em 2013. Na época, a proposta de transformar a região da Lagoa do Paiaguás em um grande espaço de lazer. Ele relembra que foi alvo de críticas relacionadas à prioridade do investimento e aos recursos necessários para a execução, de que investir em lazer e no turismo eram perda de tempo.

“Criticaram a estrutura do Show das Águas, e eu vejo a mesma reclamação sobre a roda-gigante no Parque Novo Mato Grosso. Reclamaram do túnel de água e os investimentos que fizemos na época. Hoje o Parque das Águas está incorporado como espaço de lazer para as famílias e eventos em Cuiabá”, destacou.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Mauro mostrou parte das obras do Parque Novo Mato Grosso e destacou a estrutura do Parque da Família, que contará com brinquedos, piso emborrachado, área coberta, paisagismo e espaços de convivência. Segundo ele, o acesso será gratuito.

“Você vai poder trazer sua família aqui, seus filhos para brincar. É um espetáculo de qualidade. Isso aqui vai ser lazer de graça, de qualidade para a nossa população e para todos aqui da Baixada Cuiabana”, afirmou.

O novo parque também terá áreas destinadas a eventos, shows, esporte e turismo, além de um lago e espaços de alimentação. A estrutura será cercada e terá controle de entrada e saída na área destinada às crianças.

“A criançada vai poder se divertir muito aqui. Tem brinquedo para todo lado, trem, escorregador, espaço para correr e brincar, além de uma área coberta para proteger do sol. Estamos fazendo todo o paisagismo e o espaço será cercado, com entrada e saída controladas, para dar segurança às crianças. Lá no fundo tem um lago maravilhoso, ao lado do centro de eventos e da área de shows. É um parque enorme, de muita qualidade, e aqui todo mundo vai se sentir milionário”, disse.

Ao comentar as críticas de adversários que classificaram o Parque Novo Mato Grosso como um espaço destinado aos mais ricos, Mauro voltou a defender o acesso gratuito ao complexo e que vai beneficiar toda a população, além de movimentar a economia na baixada cuiabana por meio do turismo.

“Só não pode vir aqui aqueles políticos idiotas e medíocres que levam seus filhos para a Disney e não querem que a população tenha um espaço como esse. Aqui vai ter lazer gratuito e de qualidade para toda a população”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mato Grosso

Pivetta comenta afastamento de diretor da PF: “Precisamos que as instituições funcionem no Brasil”

Publicados

em

Ao comentar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), concordou com a decisão e afirmou que é necessário que as instituições brasileiras cumpram suas respectivas funções. Andrei foi afastado na manhã desta terça-feira (8), por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, após suspeitas de que a PF estaria produzindo e compartilhando relatórios de inteligência ilegais para monitorar ministros do próprio STF e outras autoridades.

“Se o Supremo decidiu, o Supremo tem poderes pra isso e o que nós precisamos no Brasil é que as instituições funcionem. O Supremo faça a sua parte, o Judiciário faça a sua parte, o Executivo faça a sua, o Legislativo faça a sua, cada um cumprindo a sua função. Vai ser muito bom pro Brasil se as instituições funcionarem todos os dias, corrigindo o que tem que corrigir, melhorando o que tem que melhorar. Nós somos favoráveis a que isso aconteça”, disse o governador à imprensa.

Na decisão de afastamento do diretor-geral da PF, André Mendonça afirmou ter sido alvo de “monitoramento sistemático e ilegal” por parte da corporação durante mais de 30 dias.

A medida ocorre em meio aos desdobramentos das investigações relacionadas ao caso do extinto Banco Master. O nome de Andrei Rodrigues apareceu em mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, que está preso desde março deste ano.

 

Na mesma decisão, Mendonça também determinou o afastamento do delegado federal Leandro Almada da Costa, diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal

O relator justificou que o afastamento preventivo do diretor-geral seria necessário para impedir que as atividades policiais “continuem sendo vilipendiadas”.

A decisão de Mendonça foi submetida ao referendo da Segunda Turma do STF, que formou maioria para manter a medida.

Os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam seus entendimentos e acompanharam integralmente a decisão do relator. Antes da formação da maioria, Gilmar Mendes havia pedido vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.

Com o pedido de vista de Gilmar, o julgamento foi suspenso. No entanto, o afastamento imediato de Andrei Rodrigues continua em vigor. O ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar da votação.

A Segunda Turma do STF é composta por cinco ministros, ou seja, três votos favoráveis são suficientes para formar a maioria necessária para manter Andrei Rodrigues afastado da PF.

Crise no STF

Na última semana, o ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master, retirou o sigilo do relatório da PF e revelou diálogos entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, expondo ligações e conversas, inclusive às vésperas da prisão do banqueiro, que chegou a pedir orientações ao ministro sobre sair do país dois dias antes de ser preso.

O nome de Andrei Rodrigues também apareceu em meio às mensagens.

Após a retirada do sigilo, Alexandre de Moraes passou a acusar André Mendonça de improbidade administrativa e abuso de autoridade.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA