Cuiabá
Paula Calil diz que não pretende disputar reeleição para a Mesa Diretora
Cuiabá
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), afirmou que não pretende disputar a reeleição para a Mesa Diretora nas eleições internas do Legislativo, previstas para ocorrer em agosto deste ano.
Segundo a parlamentar, sua intenção é concluir o atual mandato à frente da Casa priorizando o diálogo entre os vereadores para a construção de um consenso em torno do nome que comandará o Parlamento municipal no próximo biênio.
“Hoje eu não sou candidata. Estou como presidente da Câmara Municipal de Cuiabá e estou aqui para ouvir a todos e a todas. Eu não tenho sede pelo poder. Faltam cinco meses para as eleições e vamos trabalhar para chegar a um consenso entre os colegas vereadores. Temos vereadores importantes que já colocaram seus nomes à disposição”, afirmou em conversa com a imprensa.
Apesar da declaração, a presidente não descartou completamente a possibilidade de participar da disputa caso haja mudanças no cenário político interno da Câmara.
Nos bastidores do Legislativo cuiabano, alguns parlamentares já são citados como possíveis candidatos ao comando da Casa. Entre eles estão Dilemário Alencar (União Brasil), líder do Executivo na Câmara, além dos vereadores Ilde Taques (Podemos), Demilson Nogueira (PP), Wilson Kero Kero (DEM) e Daniel Monteiro (Republicanos).
Paula ressaltou, no entanto, que a discussão sobre a eleição da Mesa Diretora ainda está distante e que, neste momento, sua prioridade é acompanhar as demandas do município, especialmente na área da saúde, que deverá passar por mudanças na gestão da secretaria.
“Hoje, enquanto presidente, eu já disse que não tenho sede pelo poder, mas vamos conversar. Ainda está muito longe dessa discussão. Minha prioridade agora é Cuiabá. Teremos mudança na Secretaria de Saúde, uma nova secretária chegando, e existem muitos problemas no município que a Câmara precisa acompanhar. A Mesa Diretora, hoje, não é meu foco principal”, concluiu.
Cuiabá
Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes
Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.
Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.
A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.
“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.
Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.
A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”
Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.
“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.
Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.
“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.
Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.
“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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