Mato Grosso

Pesquisa mostra WF com 42%; Pivetta com 17%; e Pátio com 8%

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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (3) mostra o pré-candidato do PL, o senador Wellington Fagundes, liderando a disputa para o Governo de Mato Grosso em dois cenários.

 

Segundo os números, no primeiro cenário, Wellington tem 42% das intenções de voto.

 

Levantamento entrevistou 1.200 eleitores entre a sexta-feira (1º) e hoje (3). A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.

 

Ainda no primeiro cenário, o atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) está em segundo lugar, com 17%. Em seguida aparece José Carlos do Pátio (PSB), com 8%.

brancos e nulos somaram 15% e não souberam ou não responderam, 18%.

Já em um segundo cenário, Fagundes aparece com 34%. Ele é seguido de Jayme Campos (União) com 17%, Pivetta com 15%, Carlos Fávaro (PSD) com 12% e José Carlos do Pátio com 7%. Este cenário é mais remoto, pois Fávaro deve ir à reeleição no Senado e Jayme não deve disputar o Governo.

 

Responderam branco e nulo 10% e não souberam ou não responderam, 5%.

Rejeição

 

Ainda segundo o Real Time Big Data, o senador Jayme Campos aparece na frente entre os candidatos com maior rejeição: 44%.

 

Logo depois vem Pátio com 31%, Pivetta com 25%, Wellington Fagundes com 22% e Carlos Fávaro com 17% de rejeição.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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