Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados com foco na desarticulação de célula de facção criminosa no interior de MT

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (10.12), a Operação Ruptura para cumprimento de 21 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, com o objetivo de desarticular uma célula de uma facção criminosa consolidada nas cidades de Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde.

Dentre as ordens judiciais estão 10 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Sinop. Os mandados são cumpridos nas cidades de Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Cuiabá.

As investigações foram conduzidas pela delegacia de Nova Bandeirantes, por meio de apurações técnicas e de inteligência de análise de materiais apreendidos em outras ações policiais, realizadas na cidade, que tiveram como foco a apreensão de drogas, armas munições, valores em espécie, aparelhos celulares e documentos vinculados à facção criminosa.

Com o avanço das investigações, foi possível identificar não só a ligação desse grupo com o tráfico de drogas e crimes correlatos na região como os integrantes que atuavam na base financeira e logística da célula, sendo representado pelas ordens judiciais, que foram deferidas pelas Justiça.

A operação conta com a participação de 40 policiais civis e o apoio de todas as delegacias da Regional de Alta Floresta, e equipe de inteligência.

Ruptura

O nome da operação partiu do objetivo principal que é desarticular a célula regional da facção criminosa, responsável pelo tráfico de drogas na região de Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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