Mato Grosso

Servidores ativos de MT devem realizar atualização cadastral obrigatória

Publicado em

Mato Grosso

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), realiza o recadastramento obrigatório dos servidores públicos ativos e empregados estaduais até o dia 30 de novembro.

Essa ação é obrigatória para servidores efetivos civis, comissionados, requisitados, cedidos, permutados, afastados ou licenciados, além de militares, empregados públicos, contratados temporários, residentes técnicos e estagiários.

A atualização não é destinada a aposentados e pensionistas, que já realizam processo próprio de comprovação de vida com o MT Prev, nem a servidores que ingressaram após o início do período de recadastramento. Nos casos de contratos temporários, estágios ou residências técnicas com término durante o prazo, o servidor deve concluir o procedimento antes do encerramento do vínculo.

Para realizar o procedimento, os servidores podem acessar o Portal do Servidor ou do Recadastramento. O não cumprimento da atualização cadastral poderá resultar na suspensão do pagamento.

Esse procedimento de atualização cadastral é uma determinação legal e busca garantir a regularidade e a transparência das informações funcionais. Além disso, o recadastramento corrige, atualiza e amplia dados pessoais, funcionais e de qualificação do servidor, gerando maior eficiência e transparência à Administração Pública.

Em caso de dúvidas, o servidor deve procurar a unidade setorial de Gestão de Pessoas de onde trabalha.

Serviço | Atualização cadastral obrigatória

Data: Até 30 de novembro
Como: Pelo Portal do Servidor ou do Recadastramento.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

Publicados

em

O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA