Polícia
Após 8 meses, Polícia Civil conclui inquérito e aponta suicídio de advogada em Cuiabá
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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte da advogada Viviane de Souza Fidélis, de 30 anos, e descartou a participação de terceiros no caso.
Viviane foi encontrada morta no apartamento onde morava, em Cuiabá, no dia 18 de setembro de 2025.
Após oito meses de investigação, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) encerrou o procedimento com o entendimento de “autoeliminação da vítima”, caracterizando suicídio.
Segundo a Polícia Civil, o inquérito foi finalizado no início deste mês e encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE) no último dia 4 de maio. Agora, caberá ao órgão analisar os autos e decidir sobre eventual arquivamento do caso.
De acordo com a investigação, foram realizadas oitivas de testemunhas, perícias no local, levantamentos complementares, análise do celular da vítima e outros procedimentos investigativos.
Em nota, a Polícia Civil afirmou que “no decorrer da apuração não se apurou qualquer dado que comprove que a morte da vítima ocorreu por ação de terceiro”.
Desde a morte da advogada, familiares questionam a hipótese de suicídio e alegam falhas na perícia feita no apartamento.
A mãe da vítima, Sheyla Regina Barros de Souza, chegou a espalhar outdoors em Cuiabá cobrando justiça e uma investigação mais aprofundada.
O Ministério Público chegou a acolher um pedido da família para realização de uma nova necropsia, acompanhada por um perito indicado pelos familiares.

O caso
Conforme o boletim de ocorrência, Viviane foi encontrada caída no banheiro do apartamento, com um cinto tracionado no pescoço e a outra extremidade amarrada à maçaneta da porta.
À Polícia, o namorado da advogada relatou que o casal atravessava um “período de término” e afirmou que ela não aceitava o fim do relacionamento, apontando essa situação como possível motivação para o suicídio.
Uma vizinha contou que foi chamada pelo rapaz para verificar se Viviane estava bem. Com a senha do apartamento repassada por ele, ela entrou no imóvel e encontrou a vítima.
Ainda segundo depoimentos, após entrar no apartamento o namorado teria mexido no corpo da advogada, fato que gerou desconfiança por parte da família.
Os familiares também afirmaram que o relacionamento era marcado por ciúmes e discussões frequentes.
Polícia
Polícia Civil recupera carga de cobre avaliada em R$ 30 mil furtada de empresa por funcionário
A Polícia Civil recuperou, nessa quinta-feira (28), uma carga de cobre avaliada em R$ 30 mil, que havia sido furtada de uma empresa em Várzea Grande, por um funcionário do local.
O caso teve início durante a tarde, quando um representante da empresa, que atua no ramo de indústria e comércio de equipamentos e peças de cobre, localizada no bairro Santa Isabel, procurou a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande, para denunciar o furto de uma carga de peças de cobre.
A carga furtada seria remetida a uma obra em Anápolis (GO), mas havia desaparecido do estoque. Diante da denúncia, policiais da Derf-VG deram início às diligências e localizaram a carga na casa de um funcionário da empresa, no bairro Mapim, em Várzea Grande.
O funcionário, que exercia a função de auxiliar de estoque, confessou que esta havia sido a sexta vez que furtava peças de cobre da empresa, e que estava fazendo um salário extra de R$ 2 mil por mês com os furtos.
À delegada Elaine Fernandes, titular da Derf-VG, ele afirmou que praticava os furtos no horário de almoço, por acreditar que seria um momento estratégico, já que grande parte dos encarregados não se encontrava na empresa no referido horário.
O funcionário confessou, ainda, que no mês de abril já havia furtado 40 kg de cobre da empresa e no mês de março também havia praticado um furto.
Além da carga de peças de cobre recuperada nesta quinta-feira (28.05), a equipe policial também apreendeu na residência do funcionário uma bobina com 200 metros de cabo de cobre da empresa e três bobinas vazias, das quais o investigado já havia derretido o cobre e vendido.
“É importante alertar aos empresários que atuam no ramo da comercialização de cobre que a receptação qualificada desse tipo de produto está sendo investigada pela Derf-VG e os representantes das empresas receptadoras serão punidos com o rigor da lei”, afirmou a delegada Elaine Fernandes.
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