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Criminosos mortos em confronto com a PM na Avenida da FEB são identificados

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Foram identificados os dois criminosos que morreram durante o confronto com policiais militares na Avenida da FEB, em Várzea Grande, no fim da manhã desta terça-feira (18). Os mortos são Wuelleson Matheus Mota de Souza e Airton Denner dos Santos Souza.

Os dois estavam entre os três criminosos que invadiram uma loja de tintas na avenida e fizeram funcionários e o proprietário do estabelecimento reféns durante o assalto. O grupo fugiu levando o empresário, mas foi localizado por policiais militares pouco depois.

Durante a fuga, os criminosos não se renderam e houve troca de tiros com os policiais. Wuelleson morreu ainda no local, dentro da caminhonete usada na tentativa de fuga. Airton foi baleado, socorrido em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Um terceiro suspeito, identificado como Emanuel Vitor dos Santos, também foi baleado e está internado. O empresário feito refém foi atingido por um disparo na região do abdômen, mas, segundo familiares, está fora de perigo.

Uma arma de fogo foi apreendida durante a ocorrência. A Polícia Civil investiga o caso e a Politec realizou os procedimentos de perícia e remoção dos corpos.

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Filho de PM é preso em Cuiabá por participação em assaltos usando colete da corporação

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19), a Operação Armadilha, que tem como alvo um homem de 22 anos, filho de um policial militar, investigado por envolvimento em pelo menos 6 roubos cometidos com emprego de arma de fogo em Cuiabá. A ação cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão.

As ordens judiciais foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias da Capital, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

Segundo a Polícia Civil, o investigado teria atuação reiterada em assaltos na Capital e foi identificado como autor de pelo menos 6 roubos majorados registrados nos últimos dois meses.

O cumprimento das ordens judiciais é acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar, em razão de o suspeito ser filho de um integrante da corporação.

Conforme as investigações da Derf, o suspeito e os comparsas utilizavam anúncios de produtos para atrair as vítimas. Eles simulavam interesse na compra dos itens e marcavam encontros para supostamente concluir as negociações

No local combinado, porém, os suspeitos anunciavam o assalto e, mediante grave ameaça e uso de arma de fogo, rendiam as vítimas e levavam seus pertences. 

O mandado de busca e apreensão foi cumprido em uma residência no bairro Altos da Serra, em Cuiabá, onde o investigado mora com o pai. 

Uma das vítimas relatou à polícia que os criminosos utilizavam coletes balísticos com a inscrição da Polícia Militar durante a ação criminosa.

Seis roubos investigados

Até o momento, a investigação identificou ao menos 6 vítimas de roubos com dinâmica semelhante. Três dos crimes ocorreram entre os dias 15 e 18 de junho deste ano. 

O homem de 22 anos também é investigado pela possível participação em outros três roubos registrados nos meses de julho e agosto.

A Polícia Civil continua as diligências para verificar se o grupo está relacionado a outras ocorrências registradas em Cuiabá e localizar possíveis novas vítimas.

Nome da operação

O nome Armadilha faz referência à estratégia utilizada pelos criminosos para atrair as vítimas. Elas eram convencidas a comparecer aos locais combinados para supostas negociações e, posteriormente, rendidas e ameaçadas com armas de fogo.

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