Polícia
Empresária morta voltou da França para vender hotel; ex-marido pulou janela e disparou 4 tiros
Polícia
Conteúdo/ODOC – A empresária Noeli Simsen, de 50 anos, assassinada a tiros pelo ex-marido em Cáceres (a 219 km de Cuiabá), na tarde desta segunda-feira (28), havia retornado recentemente da França para negociar a venda do Real Hotel onde o crime ocorreu.
O suspeito é o policial civil aposentado Ricardo de Souza Pessoa, de 63 anos, que se apresentou à Polícia Civil com a arma utilizada no assassinato e foi preso em flagrante por feminicídio. Ele pulou a janela do quarto do hotel e matou a ex-companheira com quatro tiros.
De acordo com o delegado titular da Delegacia Regional de Cáceres, Higo Rafael, Noeli costumava passar longos períodos fora do município para evitar o ex-companheiro, de quem estava separada havia cerca de cinco meses.
O paradeiro da empresária era conhecido por poucas pessoas, inclusive durante o período em que esteve na França. “Ela voltou da França. A gente não sabia que ela estava lá, pouca gente sabia, pelo que me foi passado. Inicialmente disseram que ela estava escondida em um sítio”, relatou o delegado.
Ameaça de bomba
Durante os meses em que estiveram separados, o carro da empresária, um Toyota Corolla, permaneceu em posse de Ricardo.
Antes do assassinato, o policial aposentado chegou a enviar uma mensagem à ex-mulher insinuando que havia instalado uma bomba no veículo. “Cuidado com o carro, pode ter uma bomba lá, já que você fala que eu sou tão mau assim”, escreveu o suspeito pelo WhatsApp.
A ameaça mobilizou a Polícia Militar, que solicitou o apoio do Esquadrão Antibombas do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Uma equipe saiu de Cuiabá e se deslocou até Cáceres para verificar a existência de explosivos.
Por segurança, os policiais isolaram o quarteirão da Rua José Linhares, onde o automóvel estava estacionado.
Após uma inspeção, os militares descartaram a presença de qualquer artefato explosivo ou material que representasse perigo.
O veículo foi levado à Delegacia de Polícia Civil e colocado à disposição dos investigadores.
A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do feminicídio.
Polícia
Vídeo mostra momento em que quadrilha invade loja e furta seis motos na madrugada
Conteúdo/ODOC – Uma quadrilha invadiu uma loja e furtou seis motocicletas durante a madrugada desta terça-feira (29), em Sorriso (420 km de Cuiabá). Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança.
Nas imagens, é possível ver seis homens encapuzados chegando ao estabelecimento. O grupo abre o portão e entra no local onde as motocicletas estavam estacionadas.
Poucos minutos depois, os criminosos deixam a loja já conduzindo os veículos furtados e fogem rapidamente. A ação ocorreu em poucos instantes.
A Polícia Militar foi acionada e teve acesso às imagens. As equipes trabalham para identificar os suspeitos e localizar as seis motocicletas.
Buscas também são realizadas na região para tentar descobrir o destino dos veículos e onde eles podem ter sido escondidos.
-
Mato Grosso2 dias atrásDr. João quer ampliar transplantes em MT e coloca doação de órgãos entre prioridades de novo mandato
-
Política4 dias atrásJustiça barra censura de Riva e garante direito de Zé Medeiros expor decisão de Moraes que tirou seu tempo de propaganda
-
Mato Grosso3 dias atrásZé Medeiros pede apuração de suposto conflito de interesse de Moraes, Gilmar e Dino no caso Banco Master
-
Mato Grosso6 dias atrásPrefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa
-
Mato Grosso3 dias atrásAbilio reafirma que Bolsonaro definiu Zé Medeiros como candidato ao Senado e aponta Mauro ou Galvan para segundo voto
-
Política2 dias atrásLéo Bortolin reúne cerca de 1.500 pessoas em Primavera do Leste e reforça compromisso com a saúde de Mato Grosso
-
Cuiabá7 dias atrásCMEI Professora Dalva Galdina promove formação sobre desenvolvimento humano, infância e educação especial
-
Política24 horas atrásMedeiros cobra investigação do MP para suplente de Janaína Riva, suspeito de envolvimento com o PCC e investigado na CPMI do INSS











