Polícia
Empresário é preso em Cuiabá em operação contra esquema de R$ 100 milhões com tráfico
Polícia
Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil da Bahia deflagrou nesta quinta-feira (11), a Operação Maré Vermelha para cumprir ordens judiciais contra integrantes de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação acontece de forma integrada em diversos estados do país e inclui o bloqueio judicial de aproximadamente R$ 100 milhões em bens e valores vinculados aos investigados.
Ema Mato Grosso, foi preso Nucelio Alves Antunes, que seria proprietário de uma distribuidora de bebidas, gás e água em Cuiabá.
As investigações conduzidas pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO-LD) identificaram um esquema estruturado de ocultação e movimentação de recursos ilícitos, com utilização de empresas de fachada, interpostas pessoas e movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos.
Conforme as apurações, a estrutura financeira do grupo era utilizada para dissimular a origem dos valores obtidos com o tráfico de drogas e permitir a reinserção desses recursos na economia formal. A investigação também identificou a utilização de pessoas físicas e jurídicas para movimentação patrimonial e financeira em benefício da organização criminosa.
Durante a operação, são cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, além da aplicação de medidas cautelares diversas, entre elas, o monitoramento eletrônico de investigados por meio de tornozeleira eletrônica.
Prisões
Dos 16 presos, 11 foram localizados na Bahia, sendo dez em Salvador e um em Santo Antônio de Jesus. Outros investigados foram capturados nos estados de Minas Gerais (dois), Mato Grosso (um), São Paulo (um) e Rio de Janeiro (um). Entre as prisões realizadas, três também ocorreram em flagrante.
Asfixia financeira
De acordo com o diretor do DRACO-LD, delegado Fábio Lordello, o foco da operação foi atingir a estrutura patrimonial da organização criminosa e interromper o fluxo financeiro utilizado para sustentar as atividades ilícitas.
“Mais do que efetuar prisões, esta investigação permitiu identificar e atingir o patrimônio construído com recursos provenientes da atividade criminosa. O bloqueio de aproximadamente R$ 100 milhões representa uma medida estratégica de asfixia financeira da organização, reduzindo sua capacidade operacional, impedindo a movimentação de recursos ilícitos e enfraquecendo a estrutura que sustentava suas atividades criminosas”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos, ampliar a produção de provas e aprofundar a responsabilização criminal e patrimonial dos integrantes do grupo.
Polícia
Gaeco faz operação na PCE após réu fazer sinal do Comando Vermelho para juíza em audiência
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.
A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.
O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.
A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.
A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.
O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
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