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Força Tática prende suspeito de matar cachorro enforcado com auxílio do Vigia Mais MT

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Com o auxílio das câmeras de segurança do programa Vigia Mais MT, policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional identificaram e prenderam, nesta quinta-feira (16.10), um homem de 63 anos, suspeito de maus-tratos contra um cachorro, em Sorriso (a 396 km de Cuiabá).

O animal, aparentemente da raça Pitbull, foi encontrado morto, pendurado por uma corda que estava amarrada a uma árvore, no bairro Rota do Sol. Servidores da prefeitura foram acionados para realizar a retirada do corpo do animal, considerando o local público e a necessidade de cuidados sanitários adequados.

Os policiais militares foram acionados para se deslocarem até um trecho da Avenida Blumenau, pois havia um animal morto pendurado em uma árvore. Os militares, com apoio das câmeras de segurança do Vigia Mais MT, identificaram o suspeito, que foi encontrado em seu local de trabalho, em uma obra na construção civil, na Avenida Noêmia Tonello Dalmolin.

Ao ser abordado e questionado sobre a ocorrência de maus-tratos, o suspeito relatou que estava passeando com o seu cachorro de estimação, próximo ao lago, quando o pitbull teria avançado contra eles.

De acordo com o suspeito, o seu cachorro teve uma das orelhas mordidas pelo pitbull. Após o ataque, o homem pegou uma corda que estava com ele, amarrou e pendurou o cachorro pelo pescoço em uma árvore.

Os policiais militares se deslocaram até a casa do suspeito, no intuito de identificar se o animal dele havia sofrido algum ferimento, porém o cachorro não apresentava nenhuma lesão no corpo. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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