Polícia
Menino de 11 anos esfaqueia a própria mãe após discussão por uso de celular em Mato Grosso
Polícia
Conteúdo/ODOC – Uma mulher de 37 anos foi esfaqueada pelo próprio filho, de 11 anos, durante uma discussão por causa do uso de celular, em Tangará da Serra (240 km de Cuiabá). O caso aconteceu na terça-feira (22), dentro da casa da família.
Segundo o registro policial, o menino teria se revoltado após receber uma ordem da mãe e, durante a discussão, pegou uma arma branca e atingiu a mulher.
A ocorrência chegou ao conhecimento da Polícia Civil após uma conselheira tutelar comparecer à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e ser informada de que a paciente havia sido ferida pelo próprio filho.
A vítima estava consciente e recebeu atendimento médico. A Polícia Civil não informou em qual parte do corpo ela foi atingida nem a gravidade do ferimento.
Por ter apenas 11 anos, o menino não foi preso. Ele permaneceu sob os cuidados da família e deverá ser encaminhado para acompanhamento psicológico. O caso foi registrado como lesão corporal e será acompanhado pelas autoridades.
Polícia
Angeliquinha fez mais de cinco cirurgias para mudar aparência antes de ser presa, diz delegado
Conteúdo/ODOC – Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, apontada pela Polícia Civil como chefe de uma facção criminosa em Mato Grosso, fez mais de cinco procedimentos estéticos para mudar a aparência e tentar despistar as autoridades. Foragida desde agosto de 2025, ela foi presa nesta terça-feira (22), em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, após ser localizada pelas forças de segurança.
Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Victor Hugo Caetano de Freitas, a maioria dos procedimentos foi realizada no rosto, com o objetivo de alterar as características físicas e dificultar o reconhecimento.
“Provavelmente ela tentava alterar a feição para que não fosse reconhecida”, afirmou o delegado.
Angeliquinha estava foragida desde 17 de agosto de 2025, quando fugiu da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Ela tinha seis mandados de prisão em aberto e acumula mais de 260 anos de condenações por crimes como homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa.
Durante a prisão na Bolívia, Angélica ainda apresentou um documento brasileiro falso e tentou negar que era a pessoa procurada pela Justiça. A identificação facial e as informações compartilhadas entre as autoridades, porém, confirmaram a identidade da foragida.
De acordo com o delegado, a mudança na aparência é uma estratégia utilizada por criminosos foragidos para dificultar a ação das forças de segurança.
Angeliquinha é apontada como uma das lideranças de uma organização criminosa que atuava principalmente em Alta Floresta e região. As investigações relacionam o grupo ao tráfico de drogas, extorsões e exploração de atividades ilegais em áreas de garimpo.
O nome dela também apareceu na Operação Showdown, deflagrada pela Polícia Civil em março deste ano contra integrantes de sua família. Segundo as investigações, o grupo teria movimentado mais de R$ 20 milhões em recursos de origem ilícita.
-
Mato Grosso4 dias atrásEm Várzea Grande, Coronel Assis arrasta multidão em caminhada pelo Cristo Rei
-
Cuiabá3 dias atrásPrevivag apresenta resultados de 2025 em audiência pública e destaca rentabilidade de 12,74% nos investimentos
-
Política3 dias atrásMedeiros acusa Moraes de interferir na eleição após ministro tirar seu tempo de propaganda e beneficiar Riva
-
Política4 dias atrásMichelle, Carlos e Eduardo destacam confiança de Bolsonaro em escolha do nome de Zé Medeiros para o Senado
-
Diamantino4 dias atrásMarcha para Jesus reúne comunidade e integra programação do segundo dia de comemorações dos 298 anos de Diamantino
-
Política2 dias atrásLéo Bortolin reforça base no Noroeste e defende desburocratização do licenciamento ambiental e saúde mais perto do interior
-
Política5 dias atrásDeputado Faissal Calil cumpre agenda no Nortão e reforça mobilização com moradores, comerciantes e apoiadores
-
Mato Grosso2 dias atrásDr. João acumula leis que ampliam direitos e atendimento às PCDs em Mato Grosso











