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Mulher morre após 18 dias internada por ferimentos sofridos em briga em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – Jéssica de Oliveira Pinho morreu nesta terça-feira (28) no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), após quase três semanas internada em decorrência de agressões sofridas durante uma briga registrada no último dia 10, na Capital.

Segundo informações divulgadas pelo programa Cadeia Neles, Jéssica era usuária de drogas e, apesar da situação, costumava retornar para casa para visitar os filhos. Pessoas próximas relataram que ela “frequentemente aparecia machucada”, o que indicava episódios anteriores de violência.

No dia da ocorrência, a vítima foi encontrada caída na Avenida do CPA, com múltiplos ferimentos e lesões graves na cabeça. Ela foi socorrida e levada ao HMC, onde os médicos constataram traumatismo craniano.

Desde então, permaneceu internada em uma Unidade de Terapia Intensiva, mas não apresentou melhora e acabou não resistindo.

As primeiras informações apontam que a agressão teria ocorrido após um desentendimento com uma vizinha, que também seria usuária de entorpecentes. A suspeita, no entanto, não foi localizada até o momento.

A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer as circunstâncias da briga e identificar a responsável pelas agressões.

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PC cumpre mandados contra detentos que tiveram novas prisões decretadas pela Justiça

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, entre os dias 8 e 12 de junho, a primeira fase da Operação Incarceratus de 2026, que resultou no cumprimento de 19 mandados de prisão preventiva contra investigados por diversos crimes. A ação reforça o trabalho de repressão qualificada e combate à atuação de criminosos no Estado.

A operação, realizada com base em levantamentos realizados pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) ocorreu dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) e da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, resultando no cumprimento de mandados de prisão contra criminosos que já se encontram no sistema prisional.

Entre os alvos estão criminosos, que embora já sentenciados, possuem novas ordens de prisão decretadas por crimes graves como homicídio, infanticídio, roubo, associação criminosa, estupro de vulnerável, tráfico de drogas e estelionato.

A estratégia impede que detentos prestes a receber liberdade condicional ou progressão de regime retornem às ruas caso possuam pendências judiciais em outros processos. A delegada titular da Polinter, Sílvia Pauluzi de Siqueira, ressaltou que o levantamento minucioso das equipes permitiu identificar as ordens judiciais em aberto.

“Os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação dos mandados contra criminosos que praticaram os mais variados delitos e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas”, explicou a delegada.

Inteligência e Colaboração

O trabalho de investigação foi realizado em parceria com as Diretorias de Inteligência, Metropolitana e do Interior, reforçando a importância da atribuição estadual da Polinter no cumprimento dessas ordens judiciais, que visam o fortalecimento da segurança pública.

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