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Operação da Polícia Civil investiga grupo criminoso especializado em estelionato e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta sexta-feira (30.1), em Várzea Grande, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 41 anos, suspeito de integrar um grupo criminoso especializado em estelionato e lavagem de dinheiro.

A operação, que contou com a participação de equipes da Delegacia de Sorriso, por meio do Núcleo de Estelionato e Lavagem de Dinheiro, e da Delegacia de Estelionatos de Várzea Grande, resultou na prisão do suspeito, que é investigado por aplicar golpes em várias regiões do estado, incluindo Sorriso, onde já foram identificadas pelo menos três vítimas.

Até o momento, foi identificado que o prejuízo causado com os golpes chega perto de R$ 200 mil, mas, segundo o delegado Thiago Meira, responsável pela operação, as investigações apontam que o montante pode ser bem maior.

Além disso, o investigado é suspeito de atuar a mando de uma facção criminosa atuante em Mato Grosso e já respondeu por outros crimes, incluindo roubo. Em dois anos, o suspeito movimentou mais de R$ 1 milhão em transações suspeitas, o que reforça a suspeita de envolvimento em atividades ilícitas.

“Seguiremos investigando o caso e buscando identificar outras vítimas e possíveis cúmplices do suspeito”, afirmou o delegado Thiago Meira.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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