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Polícia Civil cumpre mandado de prisão por violência doméstica contra ex-companheira

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A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso cumpriu, na manhã desta quarta-feira (7.8), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 30 anos, por agredir sua ex-companheira, de 30 anos, em Diamantino, em 2019.

A prisão ocorreu após diligências locais, com o objetivo de identificar e prender o alvo da ação, que integra o cronograma da “Operação Shamar”, que está sendo intensificada em todo o mês de agosto, em que são cumpridos mandados de prisão e ações de enfrentamento à criminalidade, com foco especial em crimes contra mulheres.

Após a prisão, o homem foi encaminhado à unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Mobilização Nacional

As atividades que integram a Operação Shamar, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, fazem alusão a campanha “Agosto Lilás”, mês de reflexão e enfrentamento à violência contra a mulher.

Neste mês de agosto completa 19 anos da promulgação da Lei Maria da Penha (11.340/2006), um marco no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, estabelecendo medidas para proteger as vítimas e punir os agressores.

Nome da Operação

Shamar é uma palavra hebraica que significa cuidar, guardar, proteger, vigiar e zelar.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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