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Polícia Civil deflagra operação contra receptação, adulteração e venda de veículos roubados em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA), deflagrou, na manhã desta quarta-feira (9.7), a Operação Desmonte, para desarticular um grupo composto por membros de facção criminosa envolvidos na receptação, adulteração, venda e roubos de veículos em Cuiabá.

Foram cumpridas 10 ordens judiciais, entre elas cinco mandados de busca e apreensão e cinco autorizações para quebra de sigilo telefônico dos alvos, todas na Capital.

As investigações, coordenadas pelo delegado Ricardo Franco, apontaram que o principal foco do grupo criminoso é a receptação, adulteração e venda de peças de carros roubados, por meio do desmanche de veículos, por isso o nome da operação.

Nessa primeira fase, a equipe da DERRFVA busca reunir documentos para identificar todos os envolvidos nos crimes para indiciá-los.

“A DERRFVA está trabalhando com muito foco na desarticulação, tanto de associações, quanto de facções criminosas, pois esse é o ‘modus operandi’ ligado aos principais crimes atualmente e não seria diferente com relação aos furtos e roubos de veículos. Operações como esta são efetivas para reprimir tais crimes em nossa Capital e vão de encontro com a política de tolerância zero do Governo de Mato Grosso”, afirmou o delegado Ricardo Franco, responsável pela operação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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