Polícia
Polícia Civil informa sobre atualização no regulamento dos “Jogos Internos 2025”
Polícia
A Polícia Civil, por meio da Academia de Polícia (Acadepol), informa que houve atualizações no regulamento da “XIII Edição dos Jogos Internos 2025”.
As alterações feitas do Art. 8º ao parágrafo 11 do Art. 9º foram necessárias, em virtude de mudanças normativas previstas no Diário Oficial do Estado, de 16 de junho de 2025.
Diante dessas mudanças, os servidores lotados nas unidades administrativas, na Coordenadoria de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e Vulneráveis, na Coordenadoria de Polícia Comunitária, na Coordenadoria de Informações Financeiras e Recuperação de Ativos, na Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado, na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais, estão vinculadas a Diretoria-Geral Adjunta de Polícia Judiciária Civil, podendo, portanto, competir apenas por equipes das unidades que compõem o agrupamento constante no Item 1.1. do ART 9º do respectivo regulamento.
“A gente orienta que os atletas leiam e se inteirem sobre quem pode estar sendo inserido na equipe, as regionais que podem se juntar, etc. Tivemos que mudar por conta da criação de novos cargos e da mudança de diretoria, ambos publicados no Diário Oficial”, enfatizou o investigador Claudinei Farina, responsável pela organização do evento.
Inscrições
As inscrições para a XIII Edição dos Jogos Internos da Polícia Civil seguem abertas até dia 17 de outubro.
Os jogos ocorrerão de 22 de outubro à 07 de novembro de 2025, em Cuiabá.
Os interessados poderão se inscrever em 47 modalidades femininas e masculinas. Dentre elas, vôlei, natação, atletismo, bozó, truco beach tênis.
Para se inscrever, é indispensável o preenchimento da ficha de inscrição, disponível no site da Acadepol junto com o Regulamento.
Os jogos contam com apoio do Sindepo-MT, Aprosoja, Amdepol-MT, Sindepojuc-MT, Sinpol-MT, CTPE-VG, Martinello, Puríssima, Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, Locar Gestão de Resíduos, Rawal Placas, Aliança Importação e Comércio de Pneus, Bio Vida, Petroluz, Luna Manipulação e Homeopatia e Calibre Brasil, Sindmat, Poesy, AABB, Clube Monte Líbano, CT Bonifácia, Federação de Atletismo, Federação de Natação, Federação de Xadrez e Federação de Tênis de Mesa.
Acesse aqui o REGULAMENTO
Acesse aqui a INSCRIÇÃO
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Saiba quem são os servidores da SES investigados por extorquir colega em mais de R$ 1,1 milhão
Conteúdo/ODOC – Os servidores Deiwson Ortelhado e Fernanda Leite da Matta, ambos lotados no setor administrativo da Secretaria de Estado de Saúde (SES), são os principais alvos da Operação Laço Oculto, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21).
Eles são investigados por integrar um suposto esquema de extorsão que teria causado prejuízo superior a R$ 1,1 milhão a uma colega de trabalho.
Segundo a investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), os dois teriam se aproveitado da confiança e da vulnerabilidade emocional da servidora para convencê-la de que ela e seus familiares estavam sendo ameaçados por agiotas, exigindo pagamentos sucessivos para supostamente quitar uma dívida.
O esquema teria começado em 2022, quando Deiwson pediu que a vítima emprestasse sua conta bancária alegando precisar pagar um agiota.
A partir daí, conforme a Polícia Civil, os investigados passaram a sustentar uma falsa narrativa de que a servidora também havia se tornado alvo dos criminosos.
De acordo com a apuração, Fernanda reforçava a versão, afirmando viver a mesma situação e dizendo que intermediava negociações para impedir ataques contra as famílias das duas.
Enquanto isso, novas cobranças eram feitas sob o argumento de que a dívida aumentava constantemente por causa dos juros.
Dominada pelo medo, a vítima realizou diversas transferências entre 2022 e 2025. Para atender às exigências, ela contraiu empréstimos, utilizou limite de cartões de crédito, resgatou recursos da previdência privada e empregou dinheiro reservado para construir a própria casa e garantir o futuro dos filhos.
Ainda segundo a investigação, a servidora também foi convencida a financiar, em seu nome, uma caminhonete destinada ao marido de Fernanda, permanecendo responsável pelo pagamento das parcelas.
O esquema só foi interrompido quando o marido da vítima percebeu o abalo emocional da esposa, descobriu as transferências e impediu que ela continuasse mantendo contato com a investigada. Em seguida, o caso foi denunciado à Polícia Civil.
A quebra do sigilo bancário confirmou que a vítima transferiu R$ 1.132.680 diretamente para a conta de Fernanda.
A análise financeira ainda apontou que parte dos valores foi repassada a outras pessoas ligadas ao grupo investigado.
Os investigadores também identificaram movimentações incompatíveis com a renda dos suspeitos, intensa circulação de dinheiro, milhares de saques em espécie e indícios de ocultação de patrimônio por meio de terceiros, o que pode configurar lavagem de dinheiro.

A Operação
Na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em imóveis, uma ordem de busca e apreensão de veículo, cinco mandados de sequestro de bens e três determinações de bloqueio de ativos financeiros. As medidas podem alcançar mais de R$ 3,3 milhões.
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande e têm como alvos servidores da Secretaria de Estado de Saúde, um policial militar e outras pessoas ligadas ao fluxo financeiro identificado durante as investigações.
A SES informou que colaborou com os trabalhos da Polícia Civil. Já a Corregedoria da Polícia Militar acompanha o cumprimento das medidas relacionadas ao policial investigado.
Segundo a Polícia Civil, a Operação Laço Oculto busca recuperar os valores obtidos por meio da suposta extorsão, além de apreender documentos e equipamentos eletrônicos que possam esclarecer a participação de cada investigado e subsidiar a apuração de possíveis crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro.
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