Polícia
Polícia Civil prende homem que descumpriu medida protetiva em Cuiabá
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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (9), um homem de 43 anos investigado por violar medida protetiva concedida pela Justiça em caso de violência doméstica. A prisão preventiva foi determinada pela 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, apontam que, mesmo após imposição de medidas judiciais destinadas à proteção da vítima, teriam ocorrido condutas incompatíveis com as restrições determinadas pelo Poder Judiciário.
Entre os registros constantes realizados pela vítima, há relato de contatos por mensagens eletrônicas, tentativa de ligação telefônica e circulação frequente nas proximidades da residência da vítima e de familiares, circunstâncias que motivaram a comunicação às autoridades e adoção das providências legais cabíveis.
Após tomarem ciência do mandado, equipes da DEDM iniciaram diligências para localização do investigado, que foi encontrado saindo para trabalhar e foi informado sobre a ordem judicial existente em seu desfavor.
A prisão foi realizada sem registro de lesões corporais e o conduzido foi encaminhado à unidade policial para os procedimentos legais e posterior apresentação ao Poder Judiciário.
“O descumprimento de medidas protetivas constitui crime autônomo e denúncias de violência doméstica podem ser realizadas por meio dos canais oficiais de atendimento e das unidades especializadas, permitindo atuação rápida para proteção das vítimas e responsabilização dos envolvidos”, afirmou a delegada Liliane Diogo.
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Foragido por perseguir delegado em MT, empresário tem nova prisão decretada por estupro
G1 – A Justiça de Mato Grosso decretou a prisão preventiva do empresário Maike Koseki de Capua, de 41 anos, acusado de estupro. A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, em substituição legal, nesta terça-feira (21), em Cuiabá. O magistrado determinou a expedição do mandado de prisão e o recolhimento do investigado a uma unidade prisional.
Na decisão, o juiz apontou que estão presentes os requisitos para a prisão preventiva, como indícios da prática do crime e a necessidade de garantir a aplicação da lei penal e a regularidade da instrução criminal, conforme os artigos 311, 312 e 313 do Código de Processo Penal.
Após o cumprimento da ordem judicial, a autoridade policial deverá comunicar imediatamente a prisão ao juízo responsável para a realização dos procedimentos legais, incluindo a audiência de custódia, quando cabível.
Maike já era considerado foragido da Justiça desde o último dia 14, quando passou a ser procurado pela Polícia Civil por suspeita de monitorar a rotina de um delegado responsável por investigá-lo em um caso de organização criminosa, em Cuiabá. Segundo as investigações, ele também teria perseguido a esposa e o filho do policial.
Além desse inquérito, o empresário responde por crimes de organização criminosa, lavagem de capitais e coação no curso do processo.
O nome de Maike também aparece em outra investigação. Uma empresária de Goiânia denunciou à Polícia Civil de Goiás ter sido vítima de extorsão e ameaças supostamente praticadas por ele.
Até a publicação desta reportagem, o empresário continuava foragido e não havia sido localizado pelas autoridades.
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