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Polícia Militar prende em flagrante suspeito de feminicídio em Sinop

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Policiais militares prenderam um homem, de 22 anos, suspeito do feminicídio de Ana Paula Abreu Carneiro de Oliveira, de 33 anos, na noite deste domingo (24.8), em Sinop. O suspeito desferiu diversos golpes de faca contra a vítima, que era sua esposa, e enviou fotos da mulher para familiares.

A equipe policial recebeu informações sobre um homicídio ocorrido na Avenida das Sibipirunas. De imediato, a equipe policial foi até o endereço para verificar os fatos.

Conforme relato da irmã da vítima, o suspeito entrou em contato confessando a autoria do homicídio e enviando fotos da mulher morta por meio de uma rede social. Em seguida, os policiais também receberam informações do irmão do suspeito, que relatou o mesmo fato e, da mesma forma, recebeu fotos da vítima morta.

Ao chegar no local, a equipe entrou na casa e viu a vítima caída no chão, com diversas perfurações no corpo. Durante buscas, os policiais encontraram o suspeito no quarto, em estado de surto psicótico, e ele mostrou resistência à detenção.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou o óbito de Ana Paula. O suspeito foi encaminhado para a delegacia para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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