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Polícia Militar prende facionado por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas

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Policiais militares da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) do 13º Batalhão prenderam, nesta quarta-feira (24.12), um faccionado por porte ilegal de arma de fogo, no município de Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá).

As equipes apreenderam uma pistola, dez munições calibre .380 e seis porções de substância análogas à cocaína e outras duas de maconha.

Durante patrulhamento tático da Operação Tolerância Zero pelo bairro Tessele Júnior, os policiais flagraram três homens em atitude suspeita, de frente a uma casa na Rua Rubi. Um dos envolvidos arremessou um objeto em uma região de mata, ao perceber aproximação das equipes.

Durante a tentativa de abordagem, o homem que dispensou a arma, quebrou o aparelho celular. Ele portava as munições e as porções de drogas, já fracionadas e embaladas, prontas para comercialização.

Questionado sobre a arma, ele relatou que teria pegado o armamento para fazer manutenção, porém não relatou a origem e destino. O homem confessou ser o responsável por vender drogas na região a mando de uma facção criminosa.

O suspeito foi conduzido à delegacia junto do material apreendido para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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