Polícia

Preso por matar e carbonizar mulher acumula passagens por tentativa de latrocínio

Publicado em

Polícia

Preso pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) após permanecer foragido por oito dias, o homem investigado pela morte de Josivany Borges de Amorim Rodrigues possui um histórico criminal marcado por episódios de violência grave. Entre os antecedentes identificados pela polícia estão registros por tentativa de latrocínio e roubo qualificado com resultado de lesão corporal grave.

O suspeito foi capturado na manhã desta segunda-feira (8), durante diligências conduzidas pela DHPP. Ele é apontado como autor do homicídio ocorrido no dia 1º de junho, em um terreno baldio localizado na região central de Várzea Grande.

Conforme as investigações, Josivany teria conhecido o suspeito poucas horas antes do crime. A apuração indica que a vítima, que enfrentava problemas relacionados à dependência química, foi atraída pelo investigado sob o pretexto de receber entorpecentes.

Imagens obtidas pelos investigadores mostram que os dois permaneceram juntos antes do assassinato. Câmeras de monitoramento registraram uma discussão entre vítima e suspeito momentos antes do crime.

Segundo a Polícia Civil, dentro do terreno baldio a mulher foi atacada com extrema violência. Os levantamentos apontam que o agressor utilizou objetos contundentes para provocar ferimentos fatais na cabeça da vítima.

Na sequência, câmeras de segurança flagraram o homem circulando pela região com um galão de combustível. De acordo com a investigação, o material foi utilizado para incendiar o corpo na tentativa de dificultar a identificação da vítima e eliminar vestígios do crime.

Durante a análise dos antecedentes, a DHPP constatou que o investigado já havia sido alvo de procedimentos por crimes patrimoniais praticados com violência. Entre os registros mais graves estão uma tentativa de latrocínio, roubo seguido de morte tentada, e um caso de roubo qualificado que resultou em lesão corporal grave.

Após o cumprimento do mandado de prisão, o suspeito foi encaminhado para interrogatório e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A Politec realizou os trabalhos de perícia. O corpo foi encaminhado ao IML para exames necroscópicos.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Gaeco prende dois faccionados do CV por coordenar crimes dentro de presídio em MT

Publicados

em

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta quinta-feira (23), a Operação Salve Geral para desarticular a atuação de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho que exerciam a função de “disciplina”.

Os investigados são apontados como responsáveis por coordenar e determinar a prática de crimes tanto no interior da Penitenciária Regional Osvaldo Florentino Leite Ferreira, conhecida como “Ferrugem”, quanto em diferentes regiões do município de Sinop. 

As investigações apontam que os alvos ocupavam posições relevantes na estrutura da organização criminosa, sendo responsáveis por ordenar e executar ações voltadas à manutenção do poder da facção. Entre os crimes investigados estão tortura, extorsão, latrocínio e tráfico de drogas, além de outras infrações praticadas em benefício do grupo criminoso. 

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão contra os principais investigados. Durante a operação, as equipes apreenderam entorpecentes, munições, aparelhos celulares e outros materiais de interesse para a investigação. Os itens serão submetidos à perícia e utilizados no aprofundamento das apurações, podendo contribuir para a identificação de outros envolvidos. 

As ordens judiciais foram cumpridas em diferentes endereços de Sinop e também no interior da Penitenciária Regional “Ferrugem”. A ação reforça o enfrentamento à criminalidade organizada, especialmente à atuação de lideranças criminosas que continuam exercendo influência mesmo durante o cumprimento de pena. 

A operação contou com a atuação integrada do Gaeco, com apoio do 3º Comando Regional da Polícia Militar, do 11º Batalhão da Polícia Militar, por meio das equipes do GAP e do Raio, da 26ª Companhia Independente de Força Tática, do Serviço de Operações Especiais (SOE) da Polícia Penal, de policiais penais de Sinop, da Polícia Civil e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). 

As investigações prosseguem com a análise do material apreendido, não sendo descartadas novas medidas investigativas e judiciais. 

O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA