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Suspeito de ameaçar colegas de morte com facão em alojamento é preso pela Polícia Militar

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Um homem, de 32 anos, suspeito de ameaçar dois colegas de trabalho de morte, em um alojamento, foi preso em flagrante, neste domingo (14.9), por policiais militares do 2º Pelotão, no município de Nova Ubiratã (427 km de Cuiabá). As vítimas alegaram que o suspeito estava embriagado e correu atrás delas com um facão.

De acordo com boletim de ocorrência, a vítima de 33 anos, alegou que realizava uma reunião com a equipe de trabalho sobre a proibição de consumo de bebidas alcoólicas e realização de festas no alojamento de funcionários.

Na ocasião, o suspeito estava embriagado, pois estava ingerindo bebidas alcoólicas desde a noite anterior e passou a ficar agressivo, proferindo ameaças de morte contra a vítima e outro homem, de 65 anos.

Após as ameaças verbais, o homem pegou um facão e passou perseguir as vítimas, na tentativa de golpeá-las, sendo contido por testemunhas. Diante dos fatos, os policiais militares localizaram o suspeito, que passou a resistir a prisão, sendo abordado e contido em seguida.

Os militares localizaram o facão e apreenderam um soco inglês que estava no alojamento do denunciado. Ele foi encaminhado à delegacia para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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