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Abilio ironiza família Campos e cria “CamposBet” após ser chamado de ‘Mãe Dináh do Pantanal’

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 O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), reagiu com bom humor, mas também com ironia, ao apelido de “Mãe Dináh do Pantanal”, dado pelo deputado estadual Júlio Campos (União). A provocação surgiu depois de Abilio afirmar que os senadores Carlos Fávaro (PSD) e Jayme Campos (União) não conseguirão se reeleger em 2026.Durante entrevista nesta quarta-feira (24), Abilio disse ter gostado do apelido, em referência à vidente que ficou conhecida no país nos anos 1990. Ele lembrou que chegou a prever sua vitória na eleição municipal de 2020. “Vai que eu acerto mais uma vez. Quando falei que seria eleito prefeito, foi no período de adivinhação”, comentou, em tom de brincadeira.

Logo depois, o prefeito elevou o tom e ironizou a família Campos. Ele criou a expressão “CamposBet”, comparando o grupo político a uma casa de apostas, em referência às eleições municipais de 2024.

Segundo ele, a “aposta” da família nas urnas fracassou ao apoiar nomes que acabaram derrotados: Kalil Baracat (MDB), em Várzea Grande; Eduardo Botelho (União), em Cuiabá; e Thiago Silva (MDB), em Rondonópolis.

“A ‘CamposBet’ foi no Kalil, no Thiago e no Botelho. Bom, a casa ganhou. Eles perderam todas as apostas em 2024. Agora, pode ser que a CamposBet tenha um projeto diferente e tente quebrar a banca”, ironizou.

 

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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