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ALMT não terá expediente nesta sexta-feira (2) e retomará o atendimento na segunda-feira (5), às 13h

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) não terá expediente nesta sexta-feira (2) e retomará o atendimento na segunda-feira (5), às 13h. A alteração, definida pela Mesa Diretora em razão das eleições gerais de domingo (4), também se aplica ao Espaço Cidadania “Papa João Paulo II”.

Localizado na sede da Assembleia Legislativa, em Cuiabá, o Espaço Cidadania funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, com atendimentos gratuitos e presenciais em diferentes áreas. Entre os serviços disponibilizados está a emissão da primeira e segunda vias da Carteira de Identidade Nacional (CIN), para crianças e adultos.

Um dos serviços mais procurados é o Procon que realiza atendimento presencial e também oferece suporte aos consumidores por meio da plataforma gov.br. No Procon, o cidadão pode receber orientações sobre relações de consumo e registrar reclamações.

Segundo o coordenador do Procon no Espaço Cidadania, Adolar Rodrigues Amorim, são atendidas cerca de 140 pessoas por dia, sendo aproximadamente 20 presencialmente e 120 de forma online. “Eles começam a reclamação pelo site e depois nos procuram para finalizar o processo de reclamação”, explicou Amorim.

De acordo com o coordenador, cerca de 70% das demandas estão relacionadas a problemas com compras realizadas pela internet. Também estão entre as principais reclamações dos consumidores questões envolvendo serviços de energia elétrica, água e esgoto. “O Procon tem a função de intermediar conflitos entre os consumidores e os fornecedores”, destacou Amorim.

Serviços ofertados – O posto do Detran realiza serviços relacionados à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), veículos e documentação.

O ponto de Atendimento Virtual da Receita Federal oferece, entre outros serviços, regularização de CPF, emissão de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), consultas fiscais e orientações ao contribuinte.

Já a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) emite a Carteira de Identidade Nacional (CIN), tanto para crianças quanto para adultos, além de certidões de antecedentes criminais e outros serviços disponibilizados pelo posto de identificação.

A Defensoria Pública, incluindo orientações, declaração de hipossuficiência e procedimentos relacionados à isenção de taxas.

A Ouvidoria da ALMT é o canal para realizar registro de elogios, sugestões, solicitações de informação, reclamações e denúncias. As manifestações recebidas são analisadas e encaminhadas aos setores responsáveis, com acompanhamento até a apresentação de uma resposta ao cidadão.

Criado em 2009, o Espaço Cidadania concentra diferentes serviços públicos gratuitos em um único ambiente, facilitando o acesso da população e permitindo que diversas demandas sejam resolvidas no mesmo local, com redução de deslocamentos e economia de tempo.

Atendimentos:

Espaço Cidadania

Emissão de RG:

Atendimento em dias úteis por entrega de senhas

Período Matutino: A partir das 7h – 75 senhas

Período Vespertino: A partir das 13h – 50 senhas

Telefone: (65) 3313-6529

Atendimento exclusivo para crianças de 0 a 5 anos

Em dias úteis: 7h às 17h

Agendamento exclusivo pelo telefone

Telefone: (65) 3313-6435

Entrega de 1º e 2º vias do RG

Atendimento em dias úteis: 7h às 17h

Defensoria Pública

Atendimento em dias úteis: 7h às 17h

Agendamento exclusivo pelo telefone das 07h às 17h

Telefone: (65) 3313-6960 / (65) 3313-6418 / (65) 3313-6961

Procon

Atendimento em dias úteis: 7h às 17h

Telefone: (65) 3313-6528 / (65) 3313-6967

Detran

Atendimento em dias úteis: 7h às 17h

Telefone: (65) 3313-6524

Agendamento exclusivo pelo site www.detran.mt.gov.br

Fonte: ALMT – MT

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Mauro Mendes defende nova Constituição Federal para permitir prisão perpétua

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O candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) afirmou que, se eleito, vai defender uma nova Constituição para permitir a prisão perpétua no Brasil.

A medida, segundo ele, seria destinada a crimes contra a vida e faz parte de uma proposta de endurecimento da legislação penal diante dos índices de violência no país.

Atualmente, a Constituição Federal proíbe penas de caráter perpétuo. A vedação está entre os direitos e garantias individuais, protegidos como cláusula pétrea, o que impede sua retirada por uma simples Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

No Congresso, propostas sobre o tema já foram barradas com esse fundamento. Para que haja mudança, é preciso uma nova Assembleia Constituinte, como houve no processo de redemocratização em 1988.

Mauro lembrou que já defendia a prisão perpétua antes da campanha e que pretende manter a posição no Senado. De acordo com ele, mudanças pontuais na legislação não são suficientes para alterar o cenário da segurança pública.

“Nós precisamos endurecer para mudar o consciente coletivo. A sensação de insegurança e de impunidade no Brasil é tão grande, tão grande, que se nós não endurecermos muito, vamos continuar matando mais de 40 mil pessoas por ano”, afirmou.

Apesar de ser favorável e defensor da prisão perpétua, Mauro rejeitou, no entanto, a adoção da pena de morte e fez uma distinção entre as duas propostas. Para ele, a possibilidade de permanecer preso pelo restante da vida deveria ser previamente prevista para crimes específicos, de forma que o autor soubesse das consequências antes de cometê-los.

“É uma escolha. Quem aplicou a pena de prisão perpétua nele não foi o Estado, não foi a Justiça. Foi a própria pessoa que decidiu tirar a vida de outra ou por cometer crimes. Ele sabe que tem esse tipo de pena para aquele tipo de comportamento e de opção que ele fez. Não defendo a pena de morte. Estou defendendo a prisão perpétua”.

Para Mauro, o Congresso precisa enfrentar o debate antes que o agravamento da violência imponha uma discussão ainda mais urgente.

“Nós temos que fazer uma nova Constituinte e alguém tem que brigar. Alguém vai ter que defender essa bandeira, alguém vai ter que puxar isso. Eu só espero que nós não tenhamos que viver um caos muito maior do que nós já estamos vivendo para tomar essas medidas e mudar esse rumo do aumento da violência no país”, concluiu.

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