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Chapa 11 vence eleição da UCMMAT com ampla representatividade do interior de Mato Grosso

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A Chapa 11, encabeçada pelo vereador Kássio Eduardo Coêlho (Podemos/Cuiabá) e pelo vice-presidente Carlos Martins de Figueiredo (Republicanos/Várzea Grande), venceu nesta quarta-feira (10) a eleição para comandar a União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT) no biênio 2025/2026. O grupo obteve 228 votos, contra 164 da Chapa 10.

A votação ocorreu na sede da entidade e a apuração foi concluída em menos de dez minutos, sendo a nova diretoria ovacionada pelos parlamentares presentes.

Kássio destacou o apoio recebido e a importância da união entre os vereadores da capital e do interior: “Quero dedicar essa vitória aos vereadores do interior que confiaram no nosso projeto de mandato compartilhado. Todos terão autonomia para ajudar a tomar decisões. Depois de mais de 25 anos, um vereador de Cuiabá volta a comandar a UCMMAT”, afirmou.

O novo presidente também agradeceu o respaldo de lideranças estaduais, em especial do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar articulou apoio à chapa junto a vereadores do PSB, delegando a missão aos colegas no parlamento cuiabano Ilde Taques e Katiuscia Manteli, os dois do PSB.

A vereadora acompanhou a votação e comemorou a vitória:“Essa é uma conquista de todos nós, porque ganhamos em representatividade, com nomes de todas as regiões do estado fortalecendo a UCMMAT”, disse.

Confira a composição da Chapa 11 – “Novas Ideias, Novos Ideais”:

Diretoria Executiva

Presidente: Kassio Eduardo da Silva Coelho – Cuiabá
1º Vice-presidente: Carlos Martins de Figueiredo – Várzea Grande
2º Vice-presidente: Paulo Cesar Alves de Araújo – Araputanga
3º Vice-presidente: Robson Martins Linos – Alto da Boa Vista
4º Vice-presidente: João Rone dos Santos Silva – Pontal do Araguaia
5º Vice-presidente: Laercio Norberto Junior – Barra do Bugres
1ª Secretária: Isamara Eva da Maia Ramos – Porto Esperidião
2º Secretário: Antoninho Vardelei Camera – Comodoro
3º Secretário: Fabinho Aurélio Ribeiro – Juína
1ª Tesoureira: Ana Flávia Moura Costa Coelho – Vila Bela da Santíssima Trindade
2º Tesoureiro: Rubens Macedo – Cáceres
3º Tesoureiro: Antomar Christian Souza Cardoso – Nova Brasilândia
Conselho Fiscal
Ederson da Cunha – Confresa
Pedro da Silva Santos – São José do Xingu
Abimael Barbosa de Sá – União do Sul
Marcelo Rodrigues Perioto – Vera
Edinaldo Lidio Ferreira Mendes – Rosário Oeste
Divino dos Reis Silva – Bom Jesus do Araguaia
Conselho Consultivo
Hemerson Henrique dos Santos – Indiavaí
Daniel Bon Ami Rozanti – Peixoto de Azevedo
Lucinete da Costa – Nova Xavantina

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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