Política
Deputado Botelho cobra destinação de recursos para casas populares
Política
Em plenário, no último dia 20, o deputado Eduardo Botelho (União) apresentou Indicação (nº 4640/2025) para que o governo do estado aplique mais recursos para a construção de casas populares no município de Poconé.
A solicitação surge devido a grande preocupação do deputado em promover mais políticas públicas assistenciais, principalmente para as pessoas mais vulneráveis que se enquadram em famílias de baixa renda. De acordo com o parlamentar, atualmente, há um déficit habitacional na Baixada Cuiabana, e a cidade de Poconé, mesmo ocupando a 21º colocação no ranking estadual de população dos municípios, com 31.217 habitantes, apresenta uma alta demanda de moradias para um percentual da população.
“A construção de casas populares representa uma medida de grande relevância social, que visa garantir o direito constitucional à moradia digna e segura, promovendo cidadania e melhoria na qualidade de vida dos beneficiários. É importante destacar que o crescimento populacional, aliado à escassez de políticas públicas habitacionais consistentes nos últimos anos, tem agravado o problema da falta de moradia, especialmente entre as famílias de baixa renda”, enfatizou o parlamentar.
Em sua fala na tribuna, Botelho também destacou que a ausência de condições adequadas de habitação impacta diretamente na saúde, segurança e dignidade de pessoas mais vulneráveis, além de dificultar o acesso a outros direitos, como educação e emprego. E, por fim, reiterou a expectativa de empenho do governador do Estado, Mauro Mendes, aliado ao trabalho conjunto do secretário Estadual de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes Haagsma, e ainda do presidente da MT Par Participações e Projetos, Wener Santos, que também receberão uma cópia do documento de indicação emitido.
Os últimos dados da Câmara Setorial Temática (CST) da Moradia Popular da Assembleia Legislativa revelaram que há um déficit habitacional em Mato Grosso de mais de 100 mil unidades de moradias.
Outras proposituras – Um texto de substitutivo integral (nº 1/2025) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de autoria da deputada Janaina Riva (MDB), que trata sobre a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos de Mato Grosso, também foi apresentado no plenário pelo deputado Eduardo Botelho, com justificativa de que as novas especificações darão mais clareza, transparência e equidade para os servidores públicos. Além de outras proposituras, como um Projeto de Lei (PL) que declara como Utilidade Pública Estadual a Associação Comercial e Empresarial de Sapezal (Acisa); indicações para a construção de uma academia ao ar livre e ainda kits de equipamentos agrícolas para comunidades rurais e indígenas no município de Paranatinga; e ainda uma Moção de Pesar pela morte do jornalista Anselmo Carvalho Pinto, ocorrida no dia 17 de agosto, em Cuiabá.
Fonte: ALMT – MT
Mato Grosso
Compras milionárias sem licitação ampliam desconfiança e desmotivam comércio local em Cáceres
Decreto vencido, compras no recesso e decisões sem transparência fazem o alerta soar mais alto
A Prefeitura de Cáceres voltou ao centro das atenções por compras milionárias feitas sem licitação. O efeito é imediato: desânimo no comércio local e aumento da desconfiança popular. Empresários se sentem ignorados. O dinheiro público segue outro caminho.
A prática já não parece pontual. Para muitos, virou padrão. E padrão, quando se repete, deixa cheiro.
O episódio mais recente envolve R$ 722.510,00, gastos em janeiro de 2026. A base legal? Um decreto de emergência de 2024, com validade de 180 dias. Decreto vencido, emergência renovada no improviso. Um detalhe que incomoda, e muito.
Não há clareza sobre itens, quantidades ou beneficiários. Falta informação. Sobra estranheza. Quando tudo é urgente demais para licitar, algo costuma estar atrasado há muito tempo.
Durante o recesso, outro caso chamou atenção: a compra de uma cascalheira por R$ 850.000,00. Negócio fechado longe do debate público. Vereadores afirmam que ocorreu “na caladinha da noite”. A noite, aliás, tem sido um horário produtivo para decisões caras.
Sites locais, jornais estaduais e agora as redes sociais ampliaram o coro. O vereador Pacheco Cabeleireiro publicou um vídeo detalhando pontos que levantam ainda mais dúvidas. Um deles é simples: por que usar um decreto de emergência dois anos depois para justificar uma compra direta? Será que a emergência não havia cessado? Pontuou.
Outra pergunta ecoa com mais força: se era emergência, por que o comércio local foi ignorado? Os empresários de Cáceres servem apenas para empregar gente e pagar imposto? Na hora de gastar, parecem não ser lembrados.
Para parlamentares e comerciantes, a percepção é clara: falta comando. A prefeita teria deixado a administração correr solta, nas mãos de secretários. Só politicagem e nada mais. Sem freio, sem volante e, aparentemente, sem retrovisor.
O município pede explicações. Pede transparência. Pede respeito ao dinheiro público.
E, com ironia difícil de conter, fica o comentário que circula nos bastidores: alguém que “levou cascalho” na compra da cascalheira deve ter ensinado como evitar licitação.
Se isso virar moda, melhor todo mundo tapar o nariz e preparar o bolso.Fonte Jornal Oeste
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