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Modelo da Justiça do Trabalho tem que ser revisto, propõe Eduardo Girão

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (6), criticou os gastos da Justiça do Trabalho e defendeu a revisão do formato adotado no país.

Segundo ele, a Justiça do Trabalho custou cerca de R$ 30 bilhões em 2025, com parcela relevante concentrada no Tribunal Superior do Trabalho (TST).  Para o senador, o sistema reúne despesas elevadas e um grande volume de processos. Ele comparou a estrutura brasileira à dos Estados Unidos.

— Nos Estados Unidos da América não existe sequer Justiça trabalhista nos moldes brasileiros. Lá, esses processos são julgados pela Justiça comum, no âmbito estadual e federal, ou por agências administrativas. Não tem essa estrutura da Justiça do Trabalho no Brasil, que, muitas vezes, enterra a geração de emprego e inibe empreendedores — afirmou.

Girão observou que magistrados têm recebido remunerações que superam o teto constitucional, devido aos chamados “penduricalhos”. Segundo ele, esses benefícios adicionais ampliam a pressão sobre as contas públicas e reforçam a necessidade de maior transparência e controle nos gastos do Judiciário.

O senador comentou uma declaração atribuída ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, que teria separado os juízes do trabalho entre “vermelhos” e “azuis”, segundo a posição ideológica. Vieira de Mello afirmou que sua manifestação foi distorcida. Para Girão, porém, a repercussão do episódio trouxe questionamentos sobre a atuação institucional do tribunal.

— Segundo ele [Vieira de Mello], foi tirado de contexto, e eu não quero aqui fazer julgamento. Eu não estava lá e acredito na palavra do presidente [do TST]. Agora, existe uma afirmação que não foi corrigida, e isso é muito sério: “Há aqueles que têm causa e aqueles que têm interesses.” Essa afirmação abala um dos principais pilares do Estado de direito: tribunais devem ter a aparência e a prática da imparcialidade, da ética, da probidade — afirmou Girão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Unimed Cuiabá abre vagas exclusivas para pessoas com deficiência

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OPORTUNIDADE

Oportunidades são para as áreas administrativa e de telemarketing; cadastro deve ser realizado exclusivamente pela plataforma Gupy

A Unimed Cuiabá está com vagas abertas exclusivamente para Pessoas com Deficiência (PcD) nas áreas administrativa e de telemarketing. Os interessados devem realizar o cadastro e participar do processo seletivo por meio da plataforma Gupy.

Para a vaga de Analista Administrativo Jr., é necessário ter ensino superior completo ou estar cursando, conhecimento intermediário do pacote Office e conhecimento em contas médicas.

As inscrições podem ser realizadas até 1º de outubro de 2026, por meio da plataforma Gupy: Confira Aqui (https://unimedcuiaba.gupy.io/jobs/12022354)

Para a oportunidade de Operador de Telemarketing, os requisitos são ensino médio completo, conhecimento básico do pacote Office, experiência prévia em atendimento ao cliente e disponibilidade para trabalhar aos finais de semana.

As inscrições estão abertas até 30 de outubro de 2026: Confira Aqui (https://unimedcuiaba.gupy.io/jobs/12570582)

Pessoas com deficiência que, neste momento, não se enquadrem nos requisitos das vagas disponíveis também podem cadastrar o currículo no Banco de Talentos exclusivo para PcD. O cadastro permite que o candidato seja considerado em futuras oportunidades compatíveis com seu perfil. Cadastre Aqui ( https://unimedcuiaba.gupy.io/jobs/8482592)

*Benefícios*
Entre os benefícios oferecidos pela Unimed Cuiabá estão plano de saúde, plano odontológico, vale-alimentação, refeições em restaurantes parceiros, auxílio-creche para pais com filhos de até quatro anos e seguro de vida, entre outros.

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