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Prefeito Abilio defende demolir antigo Pronto-socorro de Cuiabá e construir nova unidade

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), defendeu nesta semana a demolição do antigo Pronto-socorro da Capital e a construção de uma nova unidade, durante visita à Câmara Municipal. Segundo o gestor, o prédio atual não comporta mais uma reforma eficiente e precisa ser substituído por uma estrutura moderna.

“O velho Pronto-socorro de Cuiabá, já falei inúmeras vezes, tem que demolir ele e fazer um novo. Não adianta reformar, tem que demolir e fazer um novo. Só que a gente não tem onde colocar esses pacientes”, afirmou Abilio.

O prefeito explicou que a limitação de espaços para transferir pacientes impede a execução imediata da obra. Ele ressaltou que as unidades municipais estão lotadas e que os hospitais estaduais ainda não foram entregues.

“São Benedito está em reforma, e lá, assim que concluir, teremos um pouco mais de espaço. O HMC não suporta mais, a Santa Casa está cheia e prestes a fechar. Não temos ainda o Júlio Müller, em construção, nem o Hospital Central, que ainda não foi entregue. Então não há onde realocar os pacientes”, detalhou.

Abilio também esclareceu que o Centro Municipal de Internação (CMI), localizado na frente do antigo Pronto-socorro, é uma unidade nova e não interfere na questão da transferência.

O prefeito destacou que a situação do antigo Pronto-socorro se arrasta há mais de dez anos e que, em seus dez meses de gestão, tem priorizado organizar e resolver problemas urgentes antes de iniciar grandes obras.

“Estou apagando incêndios, colocando tudo em ordem, mas resolver o velho Pronto-socorro sem ter para onde transferir pacientes não faz sentido”, concluiu Abilio, reforçando a necessidade de planejamento para a modernização da unidade de saúde.

 

 

 

 

Fonte: Repórter MT

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Cuiabá

Cuiabá cria lei que incentiva o apadrinhamento afetivo de idosos em instituições

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 

Cuiabá passou a contar com uma nova lei voltada à proteção e ao cuidado com pessoas idosas acolhidas em instituições de longa permanência. Promulgada na última sexta-feira (17), a Lei nº 7.514 institui no município o estímulo ao apadrinhamento afetivo de idosos, com foco na criação de vínculos sociais, na ampliação da convivência comunitária e no enfrentamento do abandono familiar.

A proposta é de autoria do vereador Rafael Ranalli (PL) e cria um instrumento de incentivo para aproximar a sociedade civil da realidade vivida por idosos que hoje estão afastados do convívio familiar. A medida também abre espaço para que essas pessoas possam participar de atividades fora das instituições em finais de semana, feriados e datas comemorativas, desde que observados os critérios legais e as regras de segurança.

Pela nova lei, o apadrinhamento afetivo poderá ser buscado junto aos órgãos competentes do município, que deverão orientar os interessados sobre programas em andamento e exigências para participação. O texto também prevê que o responsável legal ou familiar do idoso deverá autorizar o apadrinhamento e as visitas à instituição onde ele mora.

Outro ponto central da norma é o reconhecimento de uma realidade muitas vezes invisível. A lei determina estímulo à divulgação de informações sobre idosos em situação de abandono, tanto para a sociedade civil quanto para o poder público, com a intenção de ampliar a conscientização e fortalecer ações de acolhimento, atenção e cuidado.

Além de promover vínculo afetivo, a legislação também busca garantir que idosos institucionalizados tenham a chance de viver experiências fora do ambiente de acolhimento, recebendo atenção, afeto e acompanhamento. A expectativa é que a iniciativa ajude a humanizar ainda mais o atendimento a essa população e estimule a participação da comunidade em ações de responsabilidade social.

Com a entrada em vigor imediata da lei, a tendência é que o tema ganhe espaço nas políticas públicas de assistência e envelhecimento em Cuiabá, reforçando a necessidade de olhar mais atento para uma parcela da população que, em muitos casos, enfrenta a solidão e o abandono.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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