O prefeito explicou que a limitação de espaços para transferir pacientes impede a execução imediata da obra. Ele ressaltou que as unidades municipais estão lotadas e que os hospitais estaduais ainda não foram entregues.
“São Benedito está em reforma, e lá, assim que concluir, teremos um pouco mais de espaço. O HMC não suporta mais, a Santa Casa está cheia e prestes a fechar. Não temos ainda o Júlio Müller, em construção, nem o Hospital Central, que ainda não foi entregue. Então não há onde realocar os pacientes”, detalhou.
Abilio também esclareceu que o Centro Municipal de Internação (CMI), localizado na frente do antigo Pronto-socorro, é uma unidade nova e não interfere na questão da transferência.
O prefeito destacou que a situação do antigo Pronto-socorro se arrasta há mais de dez anos e que, em seus dez meses de gestão, tem priorizado organizar e resolver problemas urgentes antes de iniciar grandes obras.
“Estou apagando incêndios, colocando tudo em ordem, mas resolver o velho Pronto-socorro sem ter para onde transferir pacientes não faz sentido”, concluiu Abilio, reforçando a necessidade de planejamento para a modernização da unidade de saúde.





