Política
Presidente Wanderley cobra investimentos do Executivo no DAE para regularizar água em Várzea Grande
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Presidente Wanderley cobra investimentos do Executivo no DAE para regularizar água em Várzea Grande*
Durante a sessão ordinária desta terça-feira (7), o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira, chamou atenção para a importância de novos investimentos no Departamento de Água e Esgoto (DAE) para garantir um abastecimento regular no município.
A fala do presidente ocorreu após a vereadora Rosy Prado relatar que a falta de água tem atingido inclusive bairros que nunca enfrentaram desabastecimento, reforçando a urgência de medidas para regularizar o serviço.
Wanderley Cerqueira aparteou a vereadora com um requerimento em mãos, cuja resposta havia sido solicitada ao Executivo. O documento, obtido pelo vereador, comprovou que a prefeitura não aplicou “um real” no órgão em 2025, validando a crítica do parlamentar sobre a situação do DAE.
“O problema da água em Várzea Grande é a falta de investimento. A Prefeitura não investiu um real no DAE este ano. Se queima uma bomba, até chegar uma peça de São Paulo, o povo já ficou dias sem água. Eu nasci e moro aqui, e nunca vi uma situação como essa”, afirmou.
Wanderley ressaltou que equipamentos fundamentais, como bombas e motores, precisam ser adquiridos com antecedência para que o sistema tenha capacidade de resposta imediata em casos de falha técnica.
“Líder, leva uma mensagem para a prefeita: compra pelo menos dois motores e duas bombas. Se for preciso, faço economia aqui na Câmara e devolvo recursos no fim do ano para ajudar nessa aquisição. Sem investimento, não adianta procurar culpados. O problema é estrutural e financeiro”, destacou.
O presidente também comentou sobre a destinação de recursos, lembrando que é preciso priorizar o abastecimento de água como serviço essencial para a população.
“Sem recursos, nenhuma estrutura funciona. Se priorizarmos corretamente, é possível resolver. Eu mesmo devolvi carros alugados e utilizo o meu, porque acredito que é questão de gestão e prioridade”, completou.
Assessoria de Comunicação
Câmara Municipal de Várzea Grande
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Comissão aprova projeto que permite o afastamento imediato de agressores de crianças
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 747/25, do deputado Fabio Costa (PP-AL), que permite ao delegado de polícia determinar o afastamento imediato de agressores do convívio com crianças e adolescentes em situação de risco e proibir a aproximação da vítima.
Se não houver delegado na delegacia no momento do registro da ocorrência, o policial presente poderá tomar a decisão. Em qualquer caso, a medida deverá ser analisada por um juiz em até 24 horas.
Rapidez
A proposta altera a Lei Henry Borel para garantir respostas mais rápidas em contextos de violência doméstica e familiar. Hoje, a lei permite que a polícia tome essa decisão apenas quando o município não é sede de comarca (local onde há juiz).
A relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), afirmou que a mudança busca interromper o ciclo de violência logo nas primeiras horas de atendimento.
“A iniciativa aprimora a Lei Henry Borel, nos moldes do que já se observa na Lei Maria da Penha, ao admitir medidas urgentes pela polícia, com apreciação judicial subsequente”, comparou.
Segundo a deputada, a medida amplia a proteção em locais com menor presença de juízes, pois permite a concessão independentemente de o município ser sede de comarca.
Modificação
A relatora alterou o texto original para reforçar a segurança das vítimas. A mudança estabelece que, se a polícia não conceder a medida, o juiz e o Ministério Público deverão ser comunicados em 24 horas para reavaliar o caso.
“No caso de uma avaliação precipitada da polícia local, o direito de acesso a medidas protetivas será garantido”, afirmou Adriana Accorsi.
O projeto também prevê capacitação dos agentes de segurança pública, desde o registro da ocorrência até a concessão da medida.
Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e já foi aprovada também pela Comissão de Segurança Pública. O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionado pela presidência da República.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein
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