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Prorrogados prazos de MPs da taxa das blusinhas e de subsídio a combustíveis

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, prorrogou por 60 dias a validade de duas medidas provisórias: a MP 1.357/2026, que acaba com o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”; e a MP 1.358/2026, que concede subvenções a produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo.

A prorrogação das duas MPs foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (6). Editadas em maio, as MPs ainda aguardam a instalação de comissão mista de deputados e senadores encarregada de emitir parecer sobre as propostas.

Medidas provisórias entram imediatamente em vigor, mas precisam ser analisadas pelo Congresso Nacional antes de perder a vigência. Caso a votação não seja concluída na Câmara e no Senado dentro de 60 dias, contados da publicação no Diário Oficial da União (DOU), a vigência é prorrogada por igual período, em caráter único.

Com a prorrogação, o Congresso Nacional terá até 22 de setembro para apreciar a MP 1357/2026. O prazo para a MP 1358/26 vai até 23 do mesmo mês. Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou a retirada gradual dos subsídios a combustíveis, em razão da queda nas cotações de petróleo após redução da tensão geopolítica no Oriente Médio.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Abilio defende apartamentos com área mínima de 50 m² e critica projetos compactos em Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) afirmou que a Prefeitura pretende adotar critérios mais rigorosos para a aprovação de novos empreendimentos imobiliários na capital. Além de defender que novos loteamentos tenham terrenos com área mínima de 200 metros quadrados, o gestor também se posicionou contra a construção de apartamentos compactos.

Segundo Abilio, a administração municipal pretende exigir que os novos apartamentos tenham, no mínimo, 50 metros quadrados, argumentando que imóveis menores comprometem a qualidade de vida dos moradores.

“Não vamos aceitar no município de Cuiabá apartamentos de 39 metros quadrados. Quer construir em Cuiabá? Respeite a dignidade humana”, declarou o prefeito durante entrevista.

Abilio afirmou que, embora a legislação permita unidades menores em situações específicas, essa possibilidade passou a ser utilizada como padrão por algumas construtoras.

“O fato de a lei permitir um tamanho mínimo não significa que a Prefeitura seja obrigada a aprovar projetos com essa metragem”, disse.

O prefeito também citou referências da Arquitetura e Urbanismo para justificar a proposta. Segundo ele, o parâmetro técnico recomendado é de pelo menos 50 m², ressaltando que, no passado, projetos habitacionais costumavam prever unidades com cerca de 60 m².

Durante a entrevista, Abilio criticou ainda o modelo de apartamentos compactos adotado por algumas empresas do setor imobiliário e afirmou que a Prefeitura defenderá padrões que, na avaliação da gestão, garantam melhores condições de moradia para a população.

A proposta faz parte da discussão sobre as regras para novos empreendimentos em Cuiabá e poderá impactar futuros projetos habitacionais apresentados ao município.

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