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Publicitários e estrategistas premiados estarão no maior congresso de comunicação política de MT

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Profissionais consagrados da publicidade e do marketing político vão compartilhar experiências e discutir estratégias de comunicação durante a 1ª edição do COMPOL em Mato Grosso. O maior Congresso de Comunicação Política e Institucional do Brasil será realizado em Cuiabá no dia 23 de setembro e contará com nomes de destaque do mercado publicitário nacional e regional.

Entre os confirmados está Frederico Parma, sócio e vice-presidente da ZF Comunicação. Com trajetória iniciada em 1998, Parma já desenvolveu projetos para gigantes como Ambev, Energisa, GM do Brasil, Coca-Cola, Atacadão, Grupo Petrópolis e Nissan. Um dos publicitários mais premiados do mercado, foi presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP) em Goiás e Mato Grosso e atua como estrategista em campanhas eleitorais e institucionais de grande relevância. Ele ministrará a palestra “Como planejar sua campanha digital?”, trazendo dicas práticas e estratégicas para campanhas eleitorais.

Outro nome de destaque é Eduardo Butakka, publicitário, dramaturgo, ator e diretor teatral. Premiado no Brasil e no exterior, Butakka venceu festivais em Nova York, Hollywood, Índia e Portugal, além de ser eleito Profissional do Ano no tradicional Prêmio Colunistas em 2025, atuando no Grupo ZF Comunicação. Na publicidade, é reconhecido por sua criatividade e experiência como redator em campanhas políticas de grande impacto. No COMPOL, apresentará, ao lado de Thyago Mourão, a palestra “O peso do humor em uma eleição”, sobre como a leveza e a criatividade podem potencializar a comunicação política.

Também integra a programação Claudio Cordeiro, presidente do Sinapro/Fenapro e CEO da agência Gonçalves Cordeiro. Advogado, jornalista e autor do livro Marketing Político e Eleitoral, é considerado referência em estratégias eleitorais. Em 2024, liderou cinco campanhas majoritárias e saiu vitorioso em todas, consolidando-se como um dos estrategistas mais respeitados do país. Ele participará do Painel CAMP, ao lado de outros profissionais, debatendo os novos rumos da comunicação política.

Fechando o time de publicitários confirmados está Luiz Antônio Pereira, proprietário da Dona Fia Produções e da LAP Comunicação Integrada. Formado em Comunicação Social e com MBA em Gestão de Projetos pela FGV, atua desde 2002 em comunicação pública e campanhas políticas, acumulando experiência em gestão, cinema e produção audiovisual. No COMPOL, ele também marcará presença no Painel CAMP, contribuindo com sua visão prática sobre campanhas e comunicação integrada.

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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