Cuiabá
Prevenção às queimadas é tema relevante na Tribuna Livre
Cuiabá
Ana Cláudia Guimarães – assessoria Vereador T. Coronel Dias
O período das chuvas se encerrou e, com isso, a população e os órgãos responsáveis começam a se preocupar com a chegada da seca. É notória a relevância que se deve dar ao tema, levando em consideração os índices de umidade que Cuiabá atinge nos meses em que o clima é predominantemente seco, tornando-se um ambiente propício ao grande número de queimadas e à dificuldade de seu controle.
Pensando na prevenção de grandes eventos ambientais nesse período e em informar a população, o vereador T. Coronel Dias (Cidadania) convidou o secretário-adjunto da Defesa Civil, Coronel Alessandro Borges Ferreira, para participar da Tribuna Livre desta terça-feira, 3, e falar sobre as ações que serão executadas e as que já estão sendo cumpridas pelo órgão em Cuiabá.
Por isso, em prol desse enfrentamento, a Defesa Civil está realizando um trabalho articulado com as secretarias de Ordem Pública, de Obras e a Limpurb para a execução dessas ações, além da orientação às lideranças de diversas regiões da capital. “Já fizemos reuniões com líderes comunitários de algumas regiões para mostrar a importância das ações da própria população na prevenção”, ressaltou o secretário. 
Neste período do ano, é notório a baixa umidade e muitas partículas em suspensão, com elas, surgem muitas doenças respiratórias, principalmente em crianças e idosos. 
“Temos que trabalhar fortemente na prevenção, porque é ela que vai nortear o combate às queimadas urbanas e, consequentemente, contribuir para a redução da fumaça e para a melhoria da qualidade de vida do cidadão cuiabano”, frisou o secretário, com foco em gerar menor impacto na saúde da população.
Para Dias, proponente da tribuna, Cuiabá vinha deixando essa atividade relevante em segundo plano. Com a nomeação do coronel, os trabalhos da Defesa Civil voltaram a ter protagonismo. 
“Agora, retomamos com afinco as ações para essas duas situações que afligem nossa capital: as queimadas e as enchentes. Inclusive, ressalto a importância do reforço na equipe de brigadistas, para que o trabalho do órgão seja ainda mais efetivo”, concluiu o vereador.
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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