Cuiabá
Feirão com vacina, apoio e mil vagas de emprego para mulheres segue até sexta
Cuiabá
A 5ª edição do Feirão de Empregos, realizado pela Prefeitura de Cuiabá, segue com atendimento até sexta-feira (8), das 8h às 17h, na sede da Secretaria Municipal da Mulher (SMM), localizada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 490, região central da capital. O evento oferece mais de mil vagas exclusivas para mulheres, além de serviços gratuitos de saúde, com aplicação da vacina contra a influenza, assistência social e apoio jurídico e psicológico.
As vagas disponíveis incluem cargos como: vendedora, operadora de caixa, repositora, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de cozinha, atendente, nutricionista, assistente de vendas, estagiária e auxiliar de negócios. Os salários variam entre R$ 1.600 e R$ 5 mil.
Nesta edição, o Feirão de Empregos integra a campanha “Agosto Lilás”, dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher. Desde o início do evento, mais de 200 atendimentos foram realizados com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.
As participantes recebem orientações sobre planejamento familiar e métodos contraceptivos, atendimento e atualização do Cadastro Único (CadÚnico). Também são oferecidos serviços do Espaço Caliandra, do Ministério Público, além de atendimento psicológico e jurídico com o apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
O Feirão de Empregos é realizado com o apoio de diversas empresas parceiras, entre elas: Central de Estágios, Comper, Move Up Profissional, Sindicato das Óticas, Sine Municipal, ACCuiabá (Associação Comercial de Cuiabá), ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Assessoria Infinity, CDL Cuiabá (Câmara de Dirigentes Lojistas), Coca-Cola, Loja Moda Verão e Shopping Pantanal Cuiabá.
#PraCegoVer
A foto mostra os banners com a divulgação dos serviços oferecidos pela Secretaria Municipal da Mulher.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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