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MinC inicia mapeamento para criar Rede de Salas Públicas de Cinema

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Ampliar e democratizar o acesso à produção audiovisual brasileira e também direcionar os recursos da Lei Paulo Gustavo para a manutenção de salas de cinema. Esse é o objetivo principal de uma chamada pública que está sendo realizada pelo Ministério da Cultura para o mapeamento de espaços de exibição de filmes.

Salas públicas

Esta é a primeira etapa para a criação de uma Rede de Salas Públicas de Cinema. Com esse levantamento, feito por meio da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, será possível saber onde estão e quantos são os espaços de exibição geridos por instituições federais como universidades, museus e espaços culturais.

Formulário on-line

O formulário online para cadastro que irá coletar informações detalhadas sobre a infraestrutura, o modelo de gestão e a programação desses locais já está disponível na plataforma Mapas da Cultura, que é o espaço virtual que concentra os editais e oportunidades do Ministério. O formulário pode ser preenchido até o dia 19 de setembro. O endereço é mapa.cultura.gov.br/oportunidade.

A partir dos dados coletados, o Ministério da Cultura poderá desenvolver ações mais eficazes para a adaptação e modernização de salas, além de incentivar a integração e a capacitação dos exibidores. A iniciativa se inspira em experiências bem-sucedidas como o projeto Cinemas em Rede, que conecta salas universitárias desde 2012.


Fonte: EBC Cultura

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Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

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Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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