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Homicida foragido de Tocantins é preso pela Polícia Civil em Alto Boa Vista

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Um homicida foragido da Justiça do Tocantins teve o mandado de prisão cumprido, nesta quarta-feira (3.8), em conjunta da Polícia Civil de Mato Grosso com a Polícia Militar do Pará. O procurado, de 48 anos, estava com mandado de prisão preventiva decretado pela 1ª Vara Criminal de Porto Nacional, estado do Tocantins pelo crime de homicídio.

A prisão do foragido ocorreu em ação integrada das equipes policiais da Delegacia de Alto Boa Vista, Delegacia de Regional de Vila Rica e da Polícia Militar de Santana do Araguaia (PA).

O foragido estava sendo procurado no estado do Pará, porém posteriormente foram levantadas informações de que ele poderia estar na região de Confresa/Vila Rica. Após troca de informações entre as equipes policiais, foi possível localizar o suspeito no município de Alto Boa Vista, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão.

Após ter a ordem judicial cumprida, o preso foi conduzido à Delegacia de Alto Boa Vista para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A ação faz parte da operação “Ámon”, deflagrada pela Polícia Civil na região de Confresa/Vila Rica, objetivando localizar pessoas foragidas e dar cumprimentos aos mandados decretados pelo Poder Judiciário.

Operação

“Ámon” é um nome com origem no grego, que quer dizer “o oculto”, “o escondido”.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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