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Operação da Polícia Civil mira facção criminosa responsável pelo tráfico de drogas na Baixada Cuiabana

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (30.9), a Operação Aureum, para cumprir 14 ordens judiciais contra membros de uma facção criminosa atuante em Mato Grosso, responsável por pontos de tráfico de drogas em Cuiabá e Várzea Grande.

Os policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) cumprem sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal de Várzea Grande. As ordens estão sendo cumpridas em cinco bairros de Várzea Grande, um de Cuiabá e uma penitenciária.

As investigações foram iniciadas em 2024, quando um dos alvos da Operação Aureum, de 33 anos, foi detido em flagrante em Várzea Grande por tráfico de drogas. Em sua casa, foi localizada uma grande quantidade de entorpecentes de diversos tipos, como maconha, ecstasy, LSD, skunk (também conhecido como supermaconha) e cigarros eletrônicos de cannabis sativa.

Após a apreensão, os investigadores da Denarc conseguiram qualificar outros seis integrantes do grupo criminoso, que também eram responsáveis por bocas de fumo em Cuiabá e Várzea Grande.

Todos os investigados presos nesta terça-feira (30.9) serão encaminhados à Denarc, interrogados e, posteriormente, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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