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Polícia Civil prende motorista de aplicativo que realizava entrega de drogas

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A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (2.10), um motorista de aplicativo, de 40 anos, suspeito de utilizar seu veículo e trabalho para realizar entrega de entorpecentes em Lucas do Rio Verde.

A equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde recebeu uma denúncia anônima sobre a atuação do suspeito no dia 3 de setembro.

Foram iniciadas investigações e monitoramento do suspeito e, nessa quarta-feira (1º), uma equipe da Polícia Civil viu o suspeito conversando com uma segunda pessoa, entregando um objeto e ambos saindo em um veículo.

Os investigadores acompanharam os dois homens e abordaram o veículo pouco depois. O motorista de aplicativo tentou fugir, mas os policiais atiraram no pneu do carro, cessando a fuga.

Dentro do carro, foram localizadas 14 porções de pasta base de cocaína no interior de uma meia, e mais uma porção nos pertences do jovem, de 19 anos, que havia se encontrado com o primeiro alvo.

Questionado, o homem de 40 anos disse que tinha mais drogas em sua casa. A equipe foi até o local, no bairro Jardim Amazônia, e foram encontradas diversas porções de pasta base de cocaína e de cocaína.

Os suspeitos e as drogas foram levados para a delegacia, onde o caso foi registrado como tráfico ilícito de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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